O modelo híbrido de trabalho funciona?

Um dos maiores questionamentos do mundo atual em relação ao trabalho se dá sobre o funcionamento do modelo de trabalho híbrido. A par desta questão, eu afirmo com toda certeza de que sim, desde que se tenham alguns aspectos em prática no dia a dia da empresa como um bom gerenciamento, a preparação do ambiente de trabalho e principalmente o acordo entre a empresa e seus colaboradores.

Mas espera, como vou saber se meu colaborador está trabalhando mesmo estando longe, ou se ele está sabendo se organizar no trabalho à distância?”

Antes de dar dicas de como as empresas podem adotar esse método, vamos voltar um pouco e entender o que é um modelo híbrido de trabalho, né?

De forma bem simples, o trabalho híbrido é um modelo no qual se alternam, durante a semana, os dias em home office e os dias no escritório presenciais. Ao adotar essa medida, ela pode trazer algumas vantagens como a questão econômica para o escritório, podemos citar por exemplo, a necessidade de um espaço físico menor, resultando assim em um aluguel mais barato e a economia com gastos de energia, água, itens de higiene, materiais de escritório entre outros, por parte do colaborador destacamos a economia de tempo pois o mesmo não perde horas do seu dia, parado no trânsito, podendo ser mais produtivo e por aí vai…

Com essa pandemia que vivemos, empresas muito tradicionais jamais imaginariam que um dia se veriam obrigadas a adotar o modelo de home office para continuarem operacionais. Com isso, muitas delas perceberam que o trabalho remoto funciona, dando assim também mais flexibilidade para os seus colaboradores.

“Legal, já que vou economizar, então amanhã mandarei todos meus colaboradores para suas casas e vou adotar o modelo”. Bom, não é bem assim que funciona!

Para adotar um modelo híbrido, primeiramente você empregador precisa estudar um pouco a parte legislativa da coisa, como por exemplo as disposições relativas ao trabalho presencial e o teletrabalho (inseridos na Lei nº 13.467/2017). Sempre considerando os princípios de proteção ao trabalhador e vedação a alterações lesivas ao contrato de trabalho!

E é importante que todas as disposições sejam acordadas por escrito e que haja transparência quanto às condições de trabalho, acordando também o que esperar do empregado alocado para trabalhar em um modelo híbrido.

O ideal é que, caso você queira adotar essa metodologia de trabalho e não saiba por onde começar, entre em contato com a Mazzola e tire todas as suas dúvidas!

Sem mais delongas, agora eu vou dar algumas dicas de como preparar o ambiente da empresa para conseguir adotar o modelo híbrido de trabalho.

1) O uso de tecnologias

Sua empresa precisa estar preparada tecnologicamente para adotar esse modelo. Desde seus arquivos que precisam estar disponíveis para serem acessados de qualquer lugar até seus sistemas (ERP utilizado, sistema de ponto, e-mail utilizado etc.) precisam ser acessados via internet (nuvem), também é importante utilizar acesso VPN e tudo mais, mas fiquem atentos que essa parte técnica eu irei explicar em outra oportunidade!

É de extrema importância essa primeira dica estar 100% funcional, pois caso tenha falhas ou sistemas engessados, pode acarretar perca de performance por parte dos colaboradores, perdendo prazos e talvez prejuízos financeiros;

2) A Cultura dos colaboradores

Muitos colaboradores hoje em dia não imaginavam essa oportunidade de trabalhar na empresa e em casa. É interessante atentar-se que a cultura dos colaboradores é um dos pilares mais importantes da atual realidade que vivemos.

Então, avaliar se estão preparados, dar treinamento de como funciona o modelo híbrido, é indispensável para uma boa performance, mas também é indispensável explicar os cuidados ao manusear arquivos, sejam nas máquinas, ou até os colaboradores que precisam levar documentos físicos para casa, é importante deixar tudo em um local seguro porque mesmo estando em casa ainda são documentos da empresa. Aplicar um treinamento de boas práticas do home office é bem vantajoso;

3) Saúde física e mental

Com toda essa reviravolta que vivemos, as empresas tiveram um trabalho árduo para cuidar de seus colaboradores mesmo estando longe, prezando pela saúde física e mental das pessoas. Então, o ideal a se colocar em prática é que os gestores sempre estejam trabalhando e analisando de perto seus colaboradores, como por exemplo, lembrando-os que estar em casa também pode ser vantajoso e possível de cumprir suas metas diárias, que mesmo não estando na empresa, ainda estão trabalhando normalmente.

Outro ponto, é ter canais de comunicação entre as equipes e seu gestor, incentivar os colaboradores a fazerem exercícios físicos ou alongamentos estando em casa também é importante, pois querendo ou não, as pessoas se movimentam mais indo para a empresa ou estando nela do que quando estão em casa

4) Revezamento de equipes presenciais

Uma alternativa que pode ajudar muito em termos de redução do número de pessoas no mesmo espaço, é o revezamento dos colaboradores na empresa, pois ainda estamos em um período de pandemia.

Parece ser simples, mas essa alternativa pode ajudar muito na redução de excesso de trânsito e atrasos. Faça escalas, combine com a equipe quem irá na empresa e quem trabalhará de casa na semana.

5) Controle de metas através de softwares

Como saber se seu colaborador, estando na empresa ou em casa está entregando o que lhe foi pedido se não tiver um bom controle de metas? Pois bem, optar por softwares de gerenciamento de projetos e metas pode ser um grande aliado para o modelo híbrido, isso faz com que seus colaboradores não fiquem afastados ou perdidos e que você, gestor da empresa pode controlar o que está sendo entregue. Dois softwares que eu indico e que são de fácil manuseio são: Trello e o Monday.com. 

6) Equipamentos

A empresa pode optar por duas opções: Disponibilizar equipamentos para seus colaboradores como notebooks, celulares, ou pedirem para que os colaboradores utilizarem seus próprios equipamentos através do método BYOD (Bring Your Own Device, ou em português “traga seu próprio dispositivo”).

Essa política já adotada por muitas empresas descreve a oportunidade de o colaborador utilizar seu próprio equipamento para trabalho. Isso pode trazer maior comodidade para eles, pois utilizarão equipamentos com os quais já tem intimidade e facilidade de utilizar.

Mas vale ressaltar que essa política tem desvantagens como falta de segurança, a necessidade de aumento da infraestrutura do equipamento, falta de separação entre vida pessoal e profissional, e a desigualdade entre os colaboradores. Entretanto, tudo isso pode ser acordado entre as partes através de planejamentos e um acordo por escrito, uma vez que modelo híbrido faz com que os colaboradores precisem retirar equipamentos de dentro da empresa e deslocá-los para suas casas.

Por fim, criar um modelo híbrido de trabalho parece sem uma tarefa impossível, mas não é. Precisam ser feitos ações conjuntas para conseguir colocá-lo em prática de forma eficiente, ao menos um planejamento, reuniões entre Diretoria e TI para que sejam colocados os pontos positivos e negativos, conversar com os  seus colaboradores sobre a aplicação desse modelo, extrair deles se existe um ambiente apropriado onde possam trabalhar remotamente, fazer acompanhamento semanal ou mensal com eles através de pesquisas de como está sendo o modelo de trabalho, tudo isso influencia muito no desempenho.

Existem muito mais dicas de como adotar o modelo híbrido de trabalho, mas as que mencionei acima foram suficientes para nós da Mazzola Contabilidade colocarmos em prática.

Ah, e caso queira tirar dúvidas de como implementamos ou esteja optando por implementar na sua empresa, entre em contato conosco. Será um prazer em poder auxiliá-lo!

Até mais!

Redação por: Rodrigo Leonardi, processo TI da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo UniAnchieta.
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí.

Como elaborar um plano de ação utilizando a ferramenta 5W2H

Você sabe o que é um Plano de Ação e qual a importância dele? Sabe como montar um e aplicar dentro da sua empresa? Se a sua resposta for NÃO, ou você até sabe, mas quer se aprofundar mais no assunto, então este artigo é para VOCÊ!

O Plano de Ação nada mais é do que uma ferramenta de gestão empresarial, que se baseia em uma metodologia que define metas e objetivos, divide as atividades a serem realizadas, estabelece os responsáveis por cada etapa e faz o acompanhamento do andamento de um projeto, visando atingir um resultado almejado.

Essa ferramenta é fundamental para garantir o sucesso e eficácia de um projeto, através do planejamento e elaboração das etapas de iniciação, planejamento, execução, monitoramento e encerramento.

Quando o Plano de Ação não é realizado, pode gerar alguns problemas, como desgaste da equipe, sobrecarga, atraso na entrega de produtos/serviços, gastos desnecessários, retrabalho, entre outros.

Existem diversas metodologias e ferramentas para se criar um Plano de Ação. No artigo de hoje iremos falar sobre a ferramenta 5W2H.

Essa ferramenta é baseada em uma metodologia que consiste em 7 perguntas essenciais para ajudar a elaborar um Plano de Ação. As respostas destes questionamentos serão como um guia para ajudar a desenvolver o projeto, de forma mais organizada, clara e assertiva.

A sigla 5W2H refere-se a 7 palavras em inglês, sendo elas:

  • What (o quê): O que será feito? Aqui é definido qual é o projeto, quais os objetivos e as metas a serem alcançadas;
  • Why (por quê): Por que está sendo feito? Nesta etapa é determinada a razão da existência do projeto, a sua importância, e se ele irá solucionar algum problema ou melhorar algo;
  • Where (onde): Onde será feito? É estabelecido o local onde será feito, se será em algum departamento ou setor específico;
  • When (quando): Quando será feito? Nesta etapa é elaborado o cronograma detalhado com prazos;
  • Who (quem): Quem será o responsável por fazer? Nesta fase é determinada a equipe que irá ajudar na execução do projeto. É importante especificar detalhadamente o que cada pessoa irá ficar responsável por fazer;
  • How (como): Como será feito? É a etapa responsável por definir os critérios, estratégias e metodologias que serão usadas para atingir o objetivo;
  • How Much (quanto): Quanto irá custar? Por último, mas não menos importante, é necessário estipular qual será a despesa total para cumprir todas as atividades planejadas.

Agora que você já conhece bem todas as etapas da ferramenta 5W2H, separamos algumas vantagens que se têm ao realizar este tipo de Plano de Ação. Confira abaixo:

  • Pode ser utilizada por todos os portes de empresas;
  • Promove a melhoria contínua;
  • Melhora a organização e planejamento;
  • Proporciona a otimização do tempo;
  • Conduz à economia de recursos;
  • Gera aumento da produtividade.

E então, vamos colocar em prática?

Você deve estar se perguntando: “OK, mas como faço para aplicar esta ferramenta?”

Para colocar em prática, você precisa criar um documento que contenha todas as perguntas e espaço para as respostas, de forma que tudo seja bem detalhado. Isso pode ser feito em uma planilha, dividindo em 2 colunas, sendo a primeira para as perguntas e a segunda para as respostas. Também pode ser utilizada alguma outra ferramenta de gestão, tal como o Trello.

Para concluir, o Plano de Ação no modelo 5W2H pode ser aplicado em diversas situações, e até mesmo em diversas áreas da vida, ou seja, não apenas na vida profissional, mas também na vida pessoal.

Lembrando que não importa o porte da sua empresa, ou o tamanho do projeto a ser executado. Ao criar este tipo de Plano de Ação, irá assegurar que você atinja o seu objetivo com o melhor resultado possível. Aplique a ferramenta 5W2H dentro da 5W255na sua empresa e você irá perceber que fará uma enorme diferença!

Ficou com alguma dúvida ou precisa de ajuda para elaborar um Plano de Ação na sua empresa? Nós podemos ajudar!

Entre em contato conosco pelo número (11) 96633-4295 ou envie um e-mail para contato@mazzolanet.com.br .

Temos uma equipe especializada em gestão empresarial e planejamento estratégico. Teremos o maior prazer em ajudar!

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Até o próximo artigo! 😉

Redação por: Gisele Rossani, processo Comercial e Marketing da Mazzola Contabilidade. Graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIP de Jundiaí.
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

Valuation: Por que é tão importante saber o valor da sua empresa

Você já parou para pensar o quão importante é saber o valor da sua empresa? E para que saber o valor dela no mercado?

Hoje quero falar com você sobre Valuation e sua importância na gestão dos negócios.

Antes de falar do mundo empresarial, vamos pensar antes em imóveis, que é um exemplo mais clássico e fácil de entender, pois quando compramos um terreno e construímos uma casa, investimos muito tempo e dinheiro para planejá-la de forma que haja lucro numa eventual venda futura, por isso gerenciamos este imóvel com todo cuidado e carinho.

Vamos pensar no mundo dos negócios: Quando criamos uma empresa, temos o objetivo comercial, dela ser rentável para que seu valor no mercado seja compensador para o empresário que queira vendê-la futuramente e para o comprador que irá investir dinheiro para ter retorno o mais rápido possível.

Todo empresário precisa ter em mente que uma empresa pode ser vendida a qualquer momento, por isso apego emocional por ela só trará decisões equivocadas, assim ter uma empresa é ter um investimento e ele poder ser de curto e a longo prazo, tudo dependente da opção do empresário, o que importa é ter uma empresa vencedora.

Podemos também pensar que cuidar bem de uma empresa é como cuidar de uma árvore frutífera: todo dia precisa ser monitorada, regada e adubada, para que dê frutos, além disso esses frutos precisam ser constantes e saborosos.

Como você está cuidando da sua empresa? Já pensou nisso?

Falei tudo isso na introdução deste artigo, pois o valor do lucro operacional da empresa é o que impacta fortemente no Valuation dela, ou seja, na sua valorização no mercado.

Porém, muitos empresários usam o “achismo” para mensurar o valor de uma empresa, analisam o quanto ela possui de bens e somam ao valor do faturamento multiplicado por 12 para saber o valor de mercado dela.

Infelizmente, esse cálculo não representa a veracidade do valor de uma empresa e é por isso que a Mazzola Soluções decidiu investir neste mercado, criando uma consultoria especializada para definir o valor de uma empresa, o famoso Valuation.

Usamos a metodologia do Fluxo de Caixa Descontado, que representa uma melhor fidelidade à realidade da empresa, sendo possível mensurar o valor verdadeiro dela.

Essa metodologia consiste em analisar o passado da empresa, verificando qual foi o valor médio do lucro operacional dela, projetando, conforme pesquisas de mercado, qual seria esse lucro daqui 5 anos.

Além disso avaliamos os potenciais riscos do negócio, o risco país e possíveis contingências que poderão impactar no rumo da empresa.

Avaliamos o valor dos bens a depreciação de mercado, somando-o ao valor final da empresa, criando 3 possíveis cenários para ela: Pessimista, Realista e Otimista.

A conclusão final verifica a situação que vive o país para opinar qual o melhor cenário que a empresa se encaixa, chegando assim com exatidão do Valuation dela.

Essa metodologia é amplamente usada por muitas consultorias no país, assim nossos estudos apontaram maior credibilidade para uso e mensuração do valor da empresa.

É imprescindível que o empresário tenha em mente que as empresas foram feitas para vencer e cuidar da sua gestão é parte essencial do compromisso que se deve ter com ela.

Para se aprofundar no assunto de como gerenciar melhor uma empresa sugiro a leitura do livro “EMPRESAS FEITAS PARA VENCER”, de Jim Collins. Leitura essencial para quem quer transformar sua empresa em sucesso.

E fique ligado, pois a Mazzola está preparando algo especial para ajudar você empreendedor na gestão do seu negócio com o curso “CRIANDO EMPRESAS DE SUCESSO”.

Mas se você precisa saber o valor da sua empresa, a Mazzola Soluções está preparada para te ajudar e para isso entre em contato conosco pelo e-mail rodolfo@mazzolanet.com.br ou pelo telefone (11) 97073-9090.

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Obrigado e até a próxima!

Redação por: Rodolfo Mazzola, sócio da Mazzola Contabilidade e Mazzola Soluções.; Graduação em Ciências da Computação e Ciências Contábeis pelo Unianchieta.
Revisão por: Cíntia Calixto, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, pela Faculdade Anhanguera de Jundiaí

BPO Financeiro: As vantagens de terceirizar o departamento financeiro da sua empresa

No texto de hoje iremos abordar um tema interessante que é a terceirização do Departamento Financeiro.

Inicialmente vamos conceituar dois termos: Terceirização e Departamento Financeiro.

Terceirização é o ato de delegar as atividades relacionadas a uma área a outrem que no nosso caso é o Departamento Financeiro.

Departamento Financeiro tem como objetivo cuidar das finanças da empresa, através de controles das Receitas, Custos e Despesas ocorridas num período. Mantendo o bom funcionamento da empresa e sua relação com Clientes, Fornecedores, Colaboradores e Governo. Desta forma a organização mantem equilibrada sua situação financeira e lhe permite honrar em dia com todos seus compromissos.

Além do que foi citado anteriormente, o Departamento Financeiro é responsável em apresentar indicadores de desempenho para que os gestores da empresa possam tomar suas decisões com mais segurança e transparência.

A Terceirização do Departamento Financeiro da empresa permitirá ao Gestor da empresa mais tempo para focar no core business do seu negócio, como Compras, Vendas, RH, atendimento ao cliente, entre outras atividades, além reduzir custos com salários e encargos sociais.

Segundo estudo realizado no ano de 2016 pela empresa Deloitte em sua publicação Global Outsourcing Survey, 1/3 dos entrevistados já utilizam da terceirização do Departamento Financeiro com sucesso e demonstram que a maior razão é a redução de custos, aumento do foco no core business e solução de problemas de capacidade. Fonte Conta Azul.

Para finalizar, vamos falar um pouco sobre BPO Financeiro, termo muito divulgado na mídia nos últimos tempos.

BPO é uma sigla em inglês que quer dizer Business Process Outsourcing, ou seja, terceirizar a gestão de um determinado processo dentro da empresa, logo BPO Financeiro é quando você contrata uma organização especializada para cuidar do seu Processo Financeiro.

A Mazzola Soluções é um exemplo e está preparada para cuidar do seu BPO Financeiro, lá você terá o controle do suas contas a receber e a pagar, conciliação bancária minuciosa, indicadores de desempenho do processo e relatórios gerenciais para a tomada de decisões.

Hoje, prestamos este serviço para vários clientes, então venha para o mundo das Soluções e surpreenda-se!

Caso tenha interesse em conhecer mais sobre o tema, estamos disponíveis para um bate-papo sobre o assunto.   

Esperamos que este post tenha ajudado você a refletir sobre o tema.

Deixe aqui nos comentários alguma questão ou sugestão que poderemos utilizar para trocar novas experiências.

Redação por: Leonardo Mazzola, Contador, Advogado, Consultor Empresarial e Professor Universitário. Graduado pela Unianchieta em Contabilidade e Direito, e Pós-graduado em Contabilidade, Controladoria e Auditoria pela PUC-Campinas. Possui em seu currículo, treinamentos internacionais: Disney institute, Florida Christian University em Orlando, Stanford University na Califórnia, MIT Management em Boston e McGill Executive Institute em Montreal. Sócio-diretor das empresas Mazzola Contabilidade e Mazzola Soluções.
Revisão por: Daiane Alegro Guido, processo Financeiro da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Anhanguera, e Pós Graduação em Controladoria e Finanças pelo SENAC.

Diagnóstico Organizacional – O que é e por que devo fazer?

Uma organização empresarial, assim como o nosso corpo, pode ser entendida como um sistema de relações entre os diversos órgãos, setores, instâncias, departamentos e indivíduos que nela cumprem atividades isoladas ou coletivas, mas que, de qualquer maneira, têm impacto sobre todo o sistema.

Da mesma forma que ocorre conosco quando estamos doentes, também ocorre com as organizações empresariais: percebemos os sintomas do problema, mas raramente descobrimos a causa sem a ajuda de um especialista – no caso do indivíduo, um médico ou outro profissional da saúde e, no caso das empresas, um consultor especializado.

Um erro comum que a grande maioria dos empresários e gestores cometem é atribuir as causas dos problemas a fatores externos, tais como: crises econômicas, clientes infiéis, concorrentes desleais, empregados preguiçosos, porque está chovendo, porque está fazendo sol, porque o Corinthians perdeu, porque o Palmeiras não tem mundial, etc.

Brincadeiras à parte, todos nós sabemos que muitos fatores externos, como crises econômicas, má gestão pública, crises políticas e institucionais, têm enorme impacto negativo nos negócios e na sociedade, mas não é sensato atribuir a eles todos os problemas que enfrentamos no trabalho e nos negócios.

Fatores externos, como os citados acima, não estão diretamente sob o nosso controle, podemos e devemos lutar para que as coisas melhorem, exercendo nosso papel de cidadãos e nos organizando enquanto sociedade civil.

Contudo, o que realmente cabe e está diretamente sob o controle do empresário e gestor, é cuidar da própria casa, da saúde de sua organização. Para isso, é preciso perceber não apenas os sintomas, mas, acima de tudo, encontrar e solucionar as causas internas dos problemas, pois, assim como uma doença, elas corroem e destroem silenciosamente as estruturas organizacionais.

Já que estamos convencidos da importância de se fazer um bom diagnóstico organizacional para encontrar possíveis “doenças”, vamos a algumas dicas de quais são os principais exames a serem realizados.

CULTURA ORGANIZACIONAL

Cultura organizacional é o conjunto de crenças, valores, hábitos, comportamentos e políticas que definem como a organização conduz suas ações e negócios, e como esta organização se relaciona com as partes interessadas (clientes, fornecedores, sócios, colaboradores, sociedade civil etc.).

A seguir, algumas perguntas que ajudam no diagnóstico:

– Nossa cultura organizacional foi pensada e construída de forma consciente pelos fundadores, sócios e suas lideranças?

– Essa cultura é apropriada para o negócio da empresa e está adequada à cultura regional de seus clientes, fornecedores, colaboradores etc.?

– Os princípios dessa cultura estão bem mapeados e descritos em documentos internos da organização (Missão, Visão, Valores, Políticas Internas, Regulamentos etc.)?

– Como é comunicada e disseminada essa cultura para os colaboradores?

CLIMA ORGANIZACIONAL

Clima organizacional é a qualidade do ambiente de trabalho, e aqui estamos falando nos relacionamentos entre as pessoas (sócios, gestores, equipes etc.), e no engajamento das pessoas com as ações da empresa, a aderência à cultura organizacional, e como as pessoas se sentem em relação aos diversos fatores envolvidos nas relações de trabalho (salários, benefícios, incentivos, segurança, treinamento e desenvolvimento, autonomia de trabalho etc.).

Para este diagnóstico, é fundamental a elaboração de um questionário e a escuta imparcial de um especialista de todas as pessoas que trabalham na empresa, independentemente do cargo!

PROCESSOS

Processo é o caminho percorrido para que determinada atividade seja entregue com excelência ao cliente final. É fundamental que os processos de uma empresa estejam mapeados, registrados e comunicados a todos os envolvidos. Além disso, é essencial atribuir os responsáveis para cada ação, seus prazos, e como cada ação se comunica com outras ações para formar um sistema dinâmico e efetivo.

Aqui, algumas perguntas que auxiliam no diagnóstico:

– Os processos de nossa empresa estão mapeados de forma detalhada?

– As pessoas sabem com clareza quais são suas funções e responsabilidades?

– Os diversos setores ou departamentos se comunicam de forma assertiva com os demais?

– As atividades realizadas são constantemente analisadas criticamente, de modo que se possam encontrar maneiras de melhorá-las?

SATISFAÇÃO DE CLIENTES

A satisfação de clientes é um importante e poderoso diagnóstico sobre a saúde comercial de uma empresa. É através dela que uma organização consegue identificar problemas internos que possam estar comprometendo o presente e o futuro dos negócios. Ter um bom sistema de pesquisas de satisfação e um canal de atendimento às reclamações são medidas inteligentes para garantir a melhoria dos processos, produtos, serviços e ampliar as chances de fidelização de clientes.

Para este diagnóstico, é importante contar com o conhecimento e a experiência de um profissional de marketing, que saberá elaborar um questionário que atenda às necessidades da empresa e engaje seus clientes no processo de pesquisa.

SAÚDE FINANCEIRA

A saúde financeira talvez seja o mais comum, porém, o mais negligenciado diagnóstico organizacional. Isso porque ele só é realizado – e geralmente mal realizado – quando as coisas já estão muito mal e o sintoma da falta de dinheiro já não pode mais ser ignorado.

Para um bom diagnóstico financeiro, é crucial contar com a ajuda de um profissional da área contábil/financeira, pois são muitos os aspectos que devem ser analisados, desde o fluxo de caixa, que é algo relativamente simples, até a formação correta dos custos e dos preços praticados.

Estes são os principais aspectos a serem avaliados em um diagnóstico organizacional, mas existem outros, porque, assim como o corpo humano, uma empresa, por menor que seja, é sempre mais complexa do que parece, e as causas dos problemas, assim como as oportunidades de sucesso, muitas vezes estão onde menos imaginamos.

Ficou com alguma dúvida ou precisa de ajuda para fazer o diagnóstico organizacional da sua empresa? Nós da Mazzola Soluções podemos ajudá-lo!

Entre em contato conosco através do número (11) 96633-4295 ou envie um e-mail para contato@mazzolanet.com.br.

Temos uma equipe especializada em gestão empresarial. Teremos o maior prazer em ajudar!

Deixe seu comentário, nos conte como está a saúde da sua empresa, quais sintomas você tem percebido, compartilhe suas experiências e dúvidas. Teremos enorme satisfação em ajudá-lo a encontrar soluções para o seu negócio!

Redação por: Rodrigo César Rondini, Coach e Analista Comportamental, com formação “Master” pela Sociedade Latino-Americana de Coaching; Tecnólogo em Processos Gerenciais, com formação pela FGV – Fundação Getúlio Vargas; Contabilista, Consultor e sócio-diretor da Mazzola Contabilidade Assessoria Empresarial
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados: O que é e o que muda com ela?

Você sabia que as empresas e órgãos públicos já podem ser multados se infringirem a LGPD? As penalidades começam neste mês de Agosto de 2021, e vão desde advertências até pagamentos iguais a 2% do faturamento, no limite de R$ 50 milhões.

Mas, calma! Pisa no freio aí!

Você sabe o significado da sigla LGPD? Não sabe ainda? Então continue lendo este texto que vamos explicar tudo.

LGPD é a sigla para “Lei Geral de Proteção de Dados” (Lei nº 13.709 de 14 de Agosto de 2018). Ela tem como objetivo proteger e assegurar o direito à privacidade e à proteção de dados e informações pessoais dos usuários.


Ela engloba pessoas físicas e jurídicas, de domínio público ou privado, realizando a coleta e tratamento de dados em todo o território nacional, com o objetivo de fornecer bens e serviços. Mas hoje, vamos abordar um pouco sobre a proteção do usuário final, ou seja, você e eu:

A LGPD já está em vigor há algum tempo, porém nem todos sabem exatamente o que ela significa e como transformou o dia a dia das empresas. Como usuários, temos garantias de que nossos dados DEVEM ser tratados apenas da maneira como concordamos, tanto no processamento, transferência como no tratamento dos mesmos.

De maneira geral, funciona como uma defesa dos dados do consumidor no meio virtual, prevendo multas e atribuição de responsabilidades para as empresas que violarem qualquer um dos termos contidos na Legislação. Inclusive na hipótese de um ataque hacker, a empresa responsável pelo armazenamento dos dados deverá prestar contas.

Como usuários finais, devemos exigir das empresas que armazenam nossas informações as seguintes ações:

  • Confirmação da existência de dados;
  • Acesso aos dados vinculados ao nosso cadastro;
  • Correção de dados pessoais;
  • Eliminação de dados excessivos;
  • Portabilidade para envio de dados a prestadores de serviço do mesmo segmento;
  • Eliminação geral de informações (exceto em demandas legais);
  • Informações sobre compartilhamento de dados com outras plataformas, públicas ou privadas;
  • Revogação do consentimento dos termos;
  • Informação sobre o que acontecerá caso não concorde com os termos propostos;
  • Direito à reclamação contra o controle de dados junto à autoridade nacional e oposição ao tratamento concedido às suas informações.

A ideia é que as empresas utilizem apenas os dados necessários para a finalidade do seu segmento, tanto em setores privados ou públicos, quanto em ambientes online ou offline.

Um exemplo simples de violação da LGPD é uma empresa de eletrodomésticos armazenar informações sobre o tamanho das suas vestimentas ou sobre quantas portas há em sua casa. Isso pode até parecer uma prática inofensiva, porém com mais algumas informações já será possível elaborar um perfil que poderá ser utilizado tanto para objetivos próprios quanto para venda e compartilhamento com terceiros.

E uma experiência mais habitual para o cidadão comum é colocar o número de telefone em um atendimento ou sistema e, algum tempo depois, começar a receber ligações e notificações de serviços que não têm nenhuma relação com aquilo que foi buscado inicialmente. Muitas empresas (às vezes pertencentes a um mesmo grupo), compartilham essas informações para gerar um fluxo de contato maior e ampliar as possiblidades de lucro.

A LGPD vem para ser o mediador entre usuários e sistemas, definindo as normas que as empresas deverão seguir ao elaborar seus sistemas e processos. Também irá garantir que, caso um usuário aceite termos de uso sem sentido, ou seja induzido a fornecer seus dados como no exemplo que citamos acima, poderá fazer uma denúncia na Justiça e pedir punição para os responsáveis pelo vazamento de seus dados.

Então, fique atento! Caso desconfie de irregularidades no tratamento de suas informações, recorra à LGPD e tome as providências cabíveis para proteger os seus direitos!

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Redação por: Cauã Crivellaro, processo TI da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela FATEC de Jundiaí.
Redação por: Rodrigo Leonardi, processo TI da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo UniAnchieta.
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

CAPITAL DE GIRO – O que é e como gerir?

Ao começar o seu negócio, muitos empresários ficam bastante preocupados com todo o processo burocrático em que envolve a abertura de uma empresa, como a formalização e a aquisição de equipamentos. Porém, o que muitos acabam esquecendo é de dar a devida importância ao CAPITAL DE GIRO, que muitas vezes é deixado de lado pela falta de conhecimento sobre tema, o que ele é e seus benefícios para o seu negócio.

Mas fique tranquilo(a)!

Hoje, vamos esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto, fique comigo!

CAPITAL DE GIRO, O QUE É?

O capital de giro nada mais é do que a reserva necessária para a manutenção de uma empresa e a garantia de continuidade dela.

O capital de giro é caracterizado como um ativo circulante e não se concentra apenas no caixa, mas também em forma de investimentos de alta liquidez (que podem ser resgatados a qualquer momento), em contas bancárias ou em qualquer outro meio que possa ser facilmente resgatado, a fim de garantir o cumprimento das obrigações de uma empresa, que dentre elas estão:

  • Salários;
  • Impostos;
  • Internet, energia e água;
  • Compra de estoque;
  • Aluguéis.

A empresa também pode possuir outros recursos, como por exemplo: veículos, máquinas e imóveis. Porém, estes não são considerados ativos que possam ser utilizados de forma imediata para custear as operações, pois é necessário tempo para transformá-los em recursos.

QUAL A IMPORTÂNCIA?

Controle das finanças: 

O capital de giro pode e deve auxiliar no controle financeiro do seu negócio. Com ele, é possível analisar as contas a pagar ou receber, além de que, o empresário em que mantém a organização de suas contas consegue enxergar a empresa como um todo, inclusive suas principais necessidades e oportunidades.

  1. Análise e alerta de riscos para o seu negócio:

Outro ponto muito importante sobre o capital de giro é a possibilidade que ele te dá para analisar e consequentemente sinalizar os riscos financeiros da sua empresa. Além disso, também é possível pensar e desenvolver estratégias por meio de uma análise geral dos seus resultados.

  • Segurança:

Antes de qualquer coisa, o capital de giro trará SEGURANÇA para o seu negócio. Em casos de imprevistos, ou até mesmo situações tão inusitadas como a da pandemia que estamos vivendo, é a sua reserva que vai assegurar as atividades da empresa. Aderir ao capital de giro é fundamental para a saúde financeira da sua empresa.

Além desses pontos importantes, também podemos citar: o capital permite que você tenha conhecimento sobre o melhor momento e prazo para realizar suas compras; ajuda a manter as contas do ativo e passivo em equilíbrio e permite também que você possa criar riquezas na sua empresa de longo prazo.

Agora que sabemos o que é e qual a importância do capital de giro, você pode estar se perguntando: Mas quanto é preciso para tê-lo?

COMO CALCULAR O CAPITAL DE GIRO NECESSÁRIO:

Antes de começar qualquer cálculo, é necessário que você faça o levantamento de algumas informações. Você precisará ter as informações em mãos de quanto a sua empresa possui nas seguintes contas:

ü Contas do caixa e banco (aplicações financeiras também);

ü Contas a receber (pois elas são o resultado das vendas a prazo);

ü Valor do estoque;

Para o cálculo do capital de giro, existe uma fórmula simples, sugerida pelo SEBRAE, que pode ser utilizada para qualquer tipo de negócio:

Fórmula do capital de giro líquido:

CGL = AC – PC

Sendo: 

CGL: Capital de giro líquido.

AC: Ativo circulante (caixa, bancos, aplicações financeiras, contas a receber etc.)

PC: Passivo circulante (fornecedores, contas a pagar, empréstimos etc.)

Vamos fazer uma simulação com números?

AC = Dinheiro + Estoque + Contas a receber: R$ 160.000

PC = Empréstimos a curto prazo + Passivos acumulados + Contas a pagar: R$ 85.000,00

CGL = AC – PC 

CGL = 160.000 – 85.000 

CGL = R$ 75.000

Esse valor demonstrado seria o mínimo necessário, sendo o ideal multiplicar o seu resultado por 6, visando uma segurança por maior tempo. Na pandemia, foi possível sentir na pele a falta que faz um capital de giro para dar suporte necessário nos momentos de crise.

Por isso, não negligencie esse ponto em que é tão importante para o sucesso do seu negócio. Planeje e tenha o seu capital de giro!

Aqui na Mazzola Contabilidade, orientamos muitos clientes que não possuíam controles sobre o seu capital de giro e hoje conseguem ter suas finanças controladas, tornando-os capazes de enfrentar crises com maior robustez, devido a expertise do nosso time sobre o tema. Nós possuímos serviços de gestão financeira para sua empresa, além disso, consultoria especializada para te auxiliar no planejamento estratégico de seu negócio.

Se tiver alguma dúvida ou interesse, entre em contato conosco e teremos o maior prazer em atender e ajudar a sua empresa.

Ficou mais alguma dúvida? Não a deixe passar, mande ela nos comentários!

Redação por: Juliana Marinho Farias, processo Fiscal da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Estácio.
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí.

5 etapas para fazer uma contratação eficiente

Toda empresa precisa de uma equipe com boas pessoas para que ela cresça e tenha destaque no mercado, porém, para ter talentos em sua empresa, a principal tarefa é saber fazer uma contratação eficiente.

Neste post vamos falar um pouco sobre as “5 etapas para fazer uma contratação eficiente”!

A arte de ter talentos na sua empresa não se inicia na entrevista ou na seleção de currículos, mas sim na estruturação do seu setor de Recursos Humanos.

Dessa forma, continue a leitura e conheça as etapas que julgamos ser primordiais para fazer uma contratação eficiente:

1 – Crie uma estrutura organizacional para o setor de Recursos Humanos

Independentemente do tamanho da sua empresa, para ter mais pessoas trabalhando com você, é preciso ter um setor de Recursos Humanos estruturado e organizado para que as decisões sejam tomadas de forma correta.

O setor de Recursos Humanos é responsável desde o recrutamento, entrevista e seleção até o desligamento do colaborador em uma empresa.

Assim, é muito importante ter uma pessoa responsável e empática para cuidar da equipe de trabalho.

E penso que a palavra “cuidar” se encaixa muito bem, pois ela significa reparar, atentar-se, prestar atenção, que é o que as pessoas em uma empresa precisam: cuidado, carinho e atenção.

Portanto, o setor de Recursos Humanos é fundamental e o primeiro requisito para se fazer uma contratação eficiente.

2 – Crie a estrutura de cada departamento da sua empresa, com o organograma de cada função

Setor de RH criado, agora é a hora de ter-se um organograma funcional de cada setor da empresa, pois saber as responsabilidades de cada um dentro de um departamento é fundamental para contratar de forma eficiente.

Os organogramas podem ser verticais ou horizontais, mas precisam ser escritos e demonstrados.

Quando temos a verticalização de uma estrutura organizacional, falamos da relação hierárquica entre funções, onde a função mais acima gerencia as funções mais abaixo.

Quando temos a horizontalidade de uma estrutura organizacional, falamos da inexistência de poder entre os cargos, ou seja, as funções têm responsabilidades iguais e mais autonomia para o trabalho.

Saber qual o melhor modelo para sua empresa é fundamental para criar-se um ambiente funcional.

3 – Descreva todas as funções que fazem parte de cada departamento

Com o organograma em mãos, agora é a hora de descrever cada uma delas. E aqui é importante:

  • Descrever a missão do cargo: falar da missão de um cargo é explicar para o que ele foi criado e o que ele deve fazer;
  • Descrever o propósito do cargo: falar do propósito de um cargo é falar do porquê ele existe e qual sua importância para a empresa;
  • Descrever os requisitos de competência do cargo: quando falamos em requisitos, além de falarmos dos conhecimentos e habilidades técnicas de um cargo, temos que falar das atitudes desejadas e dos valores socioculturais de um cargo;
  • Descrever as responsabilidades do cargo: quando falamos das responsabilidades que um cargo tem, falamos das obrigatoriedades de resposta por suas ações, mostrando o grau de destaque dentro da empresa;
  • Descrever as atividades do cargo: falar das atividades de um cargo é nortear as pessoas que farão parte desta função, deixando claro o que deve ser feito.

Com a descrição funcional mostramos às pessoas o nível de organização que uma empresa possui, pois deixa claro o que se espera de cada profissional.

4 – Tenha uma política de Cargos e Salários

Com um organograma eficiente e cargos descritos, fica muito mais fácil criar a política salarial de cada cargo e de cada departamento.

Ter uma política salarial evidencia o quanto a empresa pensa no colaborador, pois demonstra os degraus que a pessoa deve subir e se empenhar para ter o seu devido reconhecimento em uma organização.

5 – Tenha um procedimento eficiente para fazer recrutamento, entrevistas e seleção de um novo talento para sua empresa

Por fim, chegamos ao momento de contratar uma pessoa para a empresa. Temos a estrutura adequada e clara, assim podemos saber o que queremos de uma pessoa para nossa empresa. Além disso, será transparente para a pessoa aonde ela poderá chegar.

Contratando talentos para sua empresa:

  • Um processo de recrutamento se inicia pela análise dos requisitos de uma vaga e, posteriormente, pela divulgação da mesma pelos meios que a empresa julgar interessantes, que podem ser suas redes sociais, seu site ou sites especializados em divulgação de vagas;
  • Recebendo os currículos das pessoas, confronte os requisitos técnicos necessários para a vaga, para que sejam agendadas as entrevistas;
  • Currículos selecionados, agora é hora de agendar as entrevistas! Após algumas análises prévias, entendemos que a melhor forma de conhecer quem será o próximo talento de sua empresa é fazer dois tipos de entrevistas:
    • Entrevistas de 5 a 10 minutos: faça uma chamada de vídeo e peça para a pessoa se apresentar e contar um pouco de sua vida. Isso faz com que você a conheça e sinta quem ela é;
    • Após essa entrevista on-line, analise quais pessoas foram melhores e faça a segunda entrevista. Esta seria mais longa, com algumas perguntas para conhecer o perfil técnico e comportamental, de modo que seja possível fazer o “match” com o cargo a ser preenchido;
  • Sempre dê feedback aos seus candidatos, seja ele positivo ou negativo. Isso evidencia o valor de sua empresa, pois demonstra a honestidade e o cuidado que você tem com as pessoas;
  • Contrate o perfil que mais se encaixou naquilo que você procura. Se as entrevistas não forem satisfatórias, reinicie o processo. Porém, só contrate quando tiver certeza de sua escolha.

Contratar pessoas é uma arte e se dá bem quem sabe dominá-la.

E para tudo isso que foi descrito, a Mazzola Soluções está apta a te ajudar a encontrar o melhor talento para sua empresa. Quer saber como? Então, entre em contato conosco pelos telefones (11) 4587-2043 ou (11) 97073-9090, ou pelo e-mail rodolfo@mazzolanet.com.br.

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Obrigado pela leitura e até a próxima!

Redação por: Rodolfo Mazzola, sócio da Mazzola Contabilidade e Mazzola Soluções.; Graduação em Ciências da Computação e Ciências Contábeis pelo Unianchieta.
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

Análise SWOT – O que é e como aplicar dentro da sua empresa

“A maioria das pessoas não planeja fracassar, fracassa por não planejar.”

É com essa frase de John L. Beckley que começo este texto.

Ser empreendedor em pleno século XXI, num mundo globalizado, repleto de incertezas e alta competitividade, não é uma tarefa fácil. Por isso, o planejamento estratégico é um grande aliado.

Através de um bom planejamento, é possível ampliar a visão perante o mercado e organizar todas as etapas para que possam ser alcançados todos os objetivos.

E é aí que entra a Análise SWOT!

Você já ouviu falar nela? Sabe do que se trata? Sabe qual a importância dela para garantir o sucesso de uma empresa? Se a sua resposta for não, ou quiser aprender um pouco mais sobre o assunto, continue comigo neste artigo.

O que é análise SWOT?

A análise SWOT (abreviação das palavras em inglês Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats, que significam Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças), conhecida também como análise FOFA, ou ainda matriz SWOT, é uma ferramenta de planejamento estratégico utilizada no marketing, em consultorias e no âmbito empresarial. Funciona como método de avaliação dos ambientes interno e externo de uma empresa e mercado, com o propósito de definir estratégias a partir de suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, e ajudar na tomada de decisões mais assertivas.

Além disso, ao realizar a análise SWOT, é possível extrair um diagnóstico completo do negócio e do ambiente à sua volta:

“O objetivo da SWOT é definir estratégias para manter pontos fortes, reduzir a intensidade de pontos fracos, aproveitando as oportunidades e protegendo-se de ameaças.” (Vana, Monteiro & Veloch)

A SWOT é dividida da seguinte forma:

  • Ambiente Interno: O ambiente interno diz respeito aos fatores que englobam a empresa, na qual é possível ter controle de tudo que a envolve. Dentro deste ambiente estão as forças e as fraquezas.
  • Ambiente Externo: Já o ambiente externo refere-se aos fatores incontroláveis e que impactam o seu negócio, tais como, economia, legislação, tecnologia, concorrência, política, entre outros. Neste ambiente estão as oportunidades e as ameaças.

Agora que você já sabe o que é a análise SWOT, qual seu objetivo e como ela é dividida, vamos nos aprofundar um pouco mais nas 4 variáveis principais que compõem a matriz. São elas:

Forças:

As forças são as variáveis que fazem parte do ambiente interno, e que podem ser consideradas como vantagem competitiva perante os seus concorrentes. Dentre os pontos que podem ser levados em consideração estão a localização da empresa, certificações, reputação, tempo de mercado, qualidade do produto/serviço, equipe bem treinada, entre outros.

Fraquezas:

As fraquezas são as variáveis que também fazem parte do ambiente interno, porém são consideradas pontos críticos e vulneráveis, e desvantagem perante a concorrência.

Oportunidades:

As oportunidades fazem parte do ambiente externo e são os pontos que, quando conhecidos e aproveitados, podem favorecer a sua empresa.

Ameaças:

As ameaças são variáveis incontroláveis do ambiente externo e são responsáveis por criar obstáculos e afetar a sua empresa. Quando as ameaças são identificadas no início, podem ser trabalhadas num plano de ação, para impedir que prejudiquem a sua empresa.

Quais os benefícios de fazer uma análise SWOT dentro de uma empresa?

Como mencionado anteriormente, a SWOT permite ter uma visão ampla sobre o seu negócio e o ambiente à sua volta, o que traz benefícios como:

  • Ajuda na tomada de decisões;
  • Amplia a visão sobre o seu negócio e mercado;
  • Permite corrigir falhas;
  • Ajuda na definição de estratégias;
  • Permite identificar oportunidades e ameaças no mercado;
  • Ajuda a alcançar melhores resultados.

Vamos aprender a colocar em prática essa análise dentro da sua empresa?

  1. Liste todas as suas forças;
  2. Enumere todos os seus pontos fracos e que precisam ser melhorados;
  3. Descubra quais são as suas oportunidades de mercado e que podem ser aproveitadas no seu negócio;
  4. Mapeie as ameaças que impactam diretamente na sua empresa;
  5. Analise com calma todos esses fatores e escolha de 3 a 6 de cada variável;
  6. Defina estratégias a partir da combinação das suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

Uma vez que você sabe como utilizar essa ferramenta estratégica e todas as vantagens que ela traz, é hora de colocar em prática!

Lembre-se: esse tipo de análise pode ser aplicado em todos os segmentos e portes de empresas. Não importa se você tem uma empresa de grande porte ou apenas uma microempresa. Aplique a análise SWOT dentro da sua empresa e garanta o sucesso dela.

Ficou com alguma dúvida ou precisa de ajuda para aplicar essa matriz na sua empresa? Nós podemos ajudá-lo!

Entre em contato conosco através do número (11) 96633-4295 ou envie um e-mail para contato@mazzolanet.com.br .

Temos uma equipe especializada em marketing e planejamento estratégico. Teremos o maior prazer em ajudar!

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Redação por: Gisele Rossani, processo Comercial e Marketing da Mazzola Contabilidade. Graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIP de Jundiaí
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

O papel da inteligência emocional em momentos de crise

Nesse novo período de pandemia, você provavelmente deve estar se perguntando “Como posso pensar em gestão emocional diante da situação conturbada em que estamos vivendo?”.  

É claro que inegavelmente há um novo padrão de “normal”, e que se adaptar para essa diferente forma de viver não têm sido nem um pouco fácil.

Manter a conservação de sua saúde mental e aplicá-la no ambiente corporativo atualmente parece mais do que nunca um desafio. E que desafio, não?!

Então vamos começar entendendo: O que é Inteligência Emocional?

De acordo com a Psicologia, Inteligência Emocional é a capacidade de compreender e gerenciar suas próprias emoções. Sabendo lidar com as nossas emoções é possível ter resultados positivos em vários âmbitos de nossas vidas, desde nossas relações interpessoais até aprender a lidar melhor com os sentimentos e as emoções das outras pessoas de forma mais empática, o que é fundamental na liderança de uma empresa.

Aqui estão algumas dicas de como administrar as emoções diante de um momento de crise tão grande quanto ao que estamos enfrentando atualmente:

  1. Procure ajuda

Reconhecer que precisa de ajuda é um grande passo. Um profissional com inteligência emocional é capaz de reagir melhor frente à um desafio, resolver conflitos ou situações de alta pressão, além de evoluir pessoal e profissionalmente, pois saberá conduzir uma equipe e empresa, evitando assim frustrações futuras.

2. Conheça suas emoções

Lucyna Bolin, Gestora de Desenvolvimento de Talentos do PageGroup, destaca a importância de se fazer uma autoavaliação. “Pergunte a si mesmo quais são os 5 principais componentes para atingir a inteligência emocional, peça feedback aos outros, reflita mais acerca de si próprio e seja mais honesto consigo mesmo”. Conhecer nossas emoções é caminhar para a evolução, pois à medida em que eu as compreendo, também saberei conduzi-las com eficácia.

Identificar quais sentimentos são empecilhos para o crescimento profissional, faz toda a diferença para manter o equilíbrio e dominância de cada um deles. Em outras palavras, uma pessoa que tem uma boa inteligência emocional é capaz de pensar, sentir e agir de forma ágil e consciente, sem deixar que as emoções controlem sua vida.

3. Mantenha-se motivado

Busque alternativas. É nítido como viver em meio à uma pandemia fez com que várias empresas saíssem de sua ‘zona de conforto’ e grandes empresários enxergaram isso como uma forma de crescer profissionalmente. A Internet foi uma grande aliada nesse momento e olhar para a dificuldade como oportunidade pode sim levar ao sucesso.

4. Invista em profissionais que entendam do assunto

 Há diversos profissionais preparados que podem ajudar em um ambiente corporativo, investir em um psicólogo organizacional ou até profissionais em Coaching podem ajudar à entender e ter o direcionamento de quais são os pontos positivos e negativos para poder desenvolvê-los com exatidão e assertividade. 

Ao unir esses aspectos podemos compreender, desenvolver e aprimorar o que chamamos de saúde mental, para poder ir além do convencional. 

Não se manter na zona de conforto ou simplesmente se acomodar em que as “coisas não vão bem e eu não tenho o que fazer” não é uma opção, não é mesmo?

Não desista de seu negócio pelas dificuldades, afinal, você não está sozinho! Conte com a Mazzola Soluções para alternativas antes de qualquer tomada de decisão. Temos total assessoria e o apoio que precisar para garantir o sucesso, pois nos preocupamos com sua empresa! 

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Redação por: Anna Caroline de Moraes, processo Administrativo da Mazzola Contabilidade. Cursando Psicologia pelo Anchieta.
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí