Por que as empresas devem fazer o registro de empregados?

Empreender traz muitos desafios, responsabilidades e obrigatoriedades. Dentre elas, temos o registro de empregados, que nada mais é quando o empregador decide contratar alguém para prestar serviços para a sua empresa.

Mais do que apenas uma mera formalidade ou obrigatoriedade, o registro de empregados evita penalidades, problemas trabalhistas e traz uma formalização e regularização da relação entre empregador e empregado.

Independentemente do segmento ou porte, se a empresa possui 1, 10 ou 30 funcionários, o correto é registrá-los. Dessa forma, a empresa estará dentro da lei e evitará dores de cabeça futuramente.

Muitos empresários pensam apenas no financeiro, optam por não fazer o registro, e escolhem ter seus colaboradores trabalhando de maneira informal. Acreditam que se fizerem o registro, terão um custo muito alto e muitas regras e leis a serem cumpridas. Entretanto, o custo e os problemas poderão ser imensamente maiores se não registrarem seus funcionários.

A primeira coisa que os empresários devem ter em mente é que o registro é importante para a segurança do funcionário e da empresa.

Empregador x empregado

Para simplificar, o empregador é a empresa ou aquele que contrata um trabalhador para a prestação de serviços de forma remunerada. Já o empregado, por sua vez, é aquele que é contratado (pessoa física) e que presta serviços, em troca de remuneração.

CLT: O que é e como funciona?

A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que surgiu em decorrência do Decreto-Lei nº 5.452 de 1943, como o nome já diz, é o conjunto da legislação trabalhista do Brasil, que foi sancionada pelo presidente da época, Getúlio Vargas.

Ela tem como objetivo principal regulamentar e garantir a segurança e os direitos dos trabalhadores. Desde o seu surgimento, ela já sofreu e vem sofrendo diversas alterações, se atualizando e adaptando conforme o momento.

Além disso, ser um funcionário CLT traz benefícios, como pagamento do salário, 13º salário, férias remuneradas, horas extras, Fundo de Garantia (FGTS), auxílio-doença, salário maternidade, aposentadoria, entre outros.

Mas, afinal, por que registrar?

O registro de empregados traz benefícios para ambas as partes (empregador e empregado). Para exemplificar melhor, listamos alguns benefícios que o registro promove, sendo eles:

  • Evita que o empregador sofra penalidades, como pagar multas exorbitantes, receber processos e ações trabalhistas;
  • Garante segurança para ambas as partes;
  • Há a formalização do contrato de trabalho entre empregador e empregado, definindo com clareza seus direitos e deveres;
  • Assegura que os trabalhadores de uma empresa tenham acesso a todos os seus direitos (auxílio-doença, 13º salário, férias, entre outros);
  • Dá ao empregador o direito de cobrar os deveres dos seus colaboradores, como, por exemplo, cumprimento da jornada de trabalho, cumprimento de aviso prévio, etc.;
  •  A empresa estará dentro da Legislação.

Esperamos que este texto tenha trazido uma reflexão sobre a importância (além da obrigatoriedade) de se fazer o registro de funcionários. Além de trazer tranquilidade e segurança para ambos os lados, tornará o ambiente muito mais saudável, uma vez que a equipe de trabalho terá em mente que a empresa se preocupa em garantir seus direitos e oferecer as melhores condições para a realização do serviço. Com isso, tanto a organização quanto o trabalhador, só terão a ganhar.

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Redação por: Gisele Rossani, processo Comercial e Marketing da Mazzola Contabilidade. Graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIP de Jundiaí.
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

5 motivos para você fazer o registro de marca

Começo este texto lançando o seguinte questionamento: Você sabe o que é uma marca?

De acordo com o site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial): “Marca é um sinal distintivo cujas funções principais são identificar a origem e distinguir produtos ou serviços de outros idênticos, semelhantes ou afins de origem diversa”. Simplificando, podemos dizer que a marca é a representação de um produto ou serviço.

Quando decidimos abrir uma empresa, é muito comum nos preocuparmos com questões burocráticas, como definir o melhor regime tributário, abrir um CNPJ, elaborar o contrato social entre outros. Uma das primeiras etapas ao abrir um novo negócio, é definir a Razão Social e o Nome Fantasia.

O Nome Fantasia é o nome que será utilizado para representar e divulgar a sua empresa. Entretanto, o que poucos sabem é que ao incluir o Nome Fantasia, isso não significa que você tem o registro da sua marca.

Mas afinal, o que é o registro da marca e qual a sua importância?

O registro de marca é um título concedido pelo INPI, que assegura o direito de propriedade e uso exclusivo da marca. Sendo assim, o dono da marca é aquele que possui o registro da marca no INPI.

Aí você me pergunta: “Ah, mas qual a importância de ter o registro?”

E eu te respondo: simplesmente pelo fato de proteger e “blindar” a marca do seu negócio.

Ao iniciar um novo negócio, uma das primeiras etapas deveria ser consultar o nome, para saber se ela já não existe e se já está sendo utilizada. Isso vale também para a criação do seu logo. É fundamental que a marca (seja nominativa, mista ou figurativa) esteja disponível, para evitar problemas e dores de cabeça futuro.

Exemplo 1: Mariana decide abrir uma nova empresa… define qual vai ser a sua marca, mas não pesquisa se ela está disponível ou não. Ela inicia o seu negócio, faz fachada do seu negócio, uniforme, materiais de papelaria entre outros. Acontece que o nome da marca de Mariana já existe e está registrada no INPI, e o dono dela, João, que já está há 20 anos no mercado, descobriu que ela está utilizando a mesma marca nominativa.  João decide então por processar Mariana por estar utilizando uma marca que já existe. Além do processo, ela terá todo o trabalho (e dinheiro gasto) de ter que mudar a sua marca e materiais de divulgação. E tudo isso teria sido evitado se a pesquisa tivesse sido feita antes.

Exemplo 2: Gabriel tem uma confecção de roupas, e está há 3 anos no mercado. Quando ele abriu o seu negócio, fez a pesquisa e viu que a marca estava disponível para utilização. Entretanto, ele não fez o registro, pois achou muito caro e que não havia necessidade. Sofia também tem uma confecção de roupas, há apenas 1 ano. O nome da sua marca é igual ao da confecção do Gabriel. Porém, Sofia descobriu da importância, e fez o registro da marca. Dessa forma, ela passa a ser a verdadeira “dona” da marca. Gabriel, mesmo tendo lançado a marca primeiro no mercado, é notificado e é obrigado a mudá-la. Se há 3 anos atrás ele tivesse feito o registro, ao invés de achar que não havia necessidade e que era só gasto com dinheiro, ele teria evitado muito trabalho, dor de cabeça e até mesmo gasto com dinheiro para refazer uma nova marca.

Citei apenas esses dois exemplos, para ficar mais claro os riscos e problemas que se pode ter ao optar por não fazer a pesquisa de disponibilidade e não fazer o registro para proteger e assegurar exclusividade da sua marca. Mas existem diversos outros exemplos.

Mas como funciona o registro de marcas?

Importante frisar que o registro de marca deve ser feito junto a uma empresa especializada e de confiança. Nós da Mazzola Contabilidade e Mazzola Soluções indicamos a Vilage Marcas e Patentes.

O processo de registro passa por diversas etapas para poder de fato ter a marca registrada. Dentre algumas das etapas estão:

  • Pesquisa de disponibilidade de uso da marca
  • Cadastro no INPI
  • Pagamento das taxas
  • Pedido de registro
  • Acompanhamento do processo
  • Deferimento do pedido
  • Concessão do registro

Se até este ponto do texto você ainda não tem certeza se faz ou não o registro da sua marca, separei 5 MOTIVOS PARA VOCÊ FAZER O REGISTRO DE MARCA! Confira abaixo:

  1. Uso exclusivo da marca
  2. Segurança e proteção contra uso indevido
  3. Evita prejuízos e problemas futuros
  4. Valorização e credibilidade para a marca
  5. Garantia de que todo lucro com a marca seja seu

IMPORTANTE: É importante ter bem claro que a ÚNICA forma de ser “dono” de uma marca, é registrando no INPI. Ter um domínio num site, perfil nas redes sociais entre outros, NÃO comprova que a marca pertence a você.

Gostaria de finalizar este texto, reforçando que o registro é algo muito importante para o crescimento e sucesso de um negócio. É uma forma de proteção, e de assegurar que a sua marca não será utilizada e registrada por seus concorrentes.

Espero que ao final desta leitura você, empreendedor(a), tenha entendido que não importa o porte ou tamanho da sua empresa…se é pequena, média ou grande. Faça o registro da sua marca! Hoje a marca pode estar livre para uso. Amanhã pode ser que não.

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Redação por: Gisele Rossani, processo Comercial e Marketing da Mazzola Contabilidade. Graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIP de Jundiaí.
Revisão por: Cíntia Calixto, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, pela Faculdade Anhanguera de Jundiaí

Imposto de Renda Pessoa Física X Mercado Financeiro

No texto de hoje, vamos falar um pouco sobre imposto de renda, porém em uma perspectiva diferente: voltado para o investidor com operações na bolsa de valores. Um assunto que gera muitas dúvidas, mas nada que a Mazzola Contabilidade não possa te ajudar a entender!

Muitas pessoas começaram a conhecer o mercado de renda variável recentemente e de acordo com levantamento divulgado no dia 04/02/2022 pela B3, esse número só vem aumentando: atingimos a marca de 5 milhões de contas de pessoas físicas em renda variável, um aumento de 56% em comparação com o ano de 2020.

Contudo, o que muitos não sabem, é a complexidade que essas operações possuem perante o fisco, que necessitam de cálculos mensais, pagamento de guias de IR (DARF), e até mesmo um planejamento tributário.

Todo esse crescimento no mercado financeiro resultou em um aumento na fiscalização da Receita Federal neste quesito, na qual, os investidores podem vir a ter seus CPFs bloqueados e/ou cobrança de impostos retroativos, com multas e juros.

Para te ajudar com tudo isso, separamos alguns tópicos importantes sobre o assunto:

  • Obrigatoriedade

Ao contrário do que muitos pensam, toda e qualquer operação ocorrida dentro da bolsa de valores deve ser declarada no imposto de renda, independentemente da duração, valor ou resultado da operação. Além disso, o investimento em bolsa de valores, anula quaisquer isenções previstas. Investiu, tem que declarar!

  • Documentos necessários

Para a realização do IRPF, precisamos de alguns documentos específicos:

  1. Nota de Corretagem

            A nota de corretagem ou nota de negociação se assemelha a uma nota fiscal, ela contém todas as informações necessárias para realização dos cálculos, como: data, título, tipo de operação (compra ou venda), quantidade, valor, taxas e emolumentos cobrados.

2. Informes de rendimentos

O informe de rendimento é disponibilizado por todas as empresas que distribuíram proventos (dividendos, juros sobre capital próprio e rendimento de fundos imobiliários – FII) durante o ano. Normalmente, são enviados por e-mail, ou por pelo Correios – mantenha seu cadastro atualizado!

3. Extratos bancários

Já o extrato, serve para conferência e verificação se todas as notas de corretagem foram enviadas. Seu envio é necessário, pois apenas com ele teremos acesso à informação de proventos (caso não tenha recebido o informe de rendimento citado acima), bem como, taxas de BCT decorrente ao processo de aluguel de ações, participação em processos de abertura de empresa na bolsa, conhecido como IPO e, até mesmo, subscrições exercidas no ano.

  • Cálculo

A responsabilidade é única e exclusiva do investidor (preenchimento e entrega da declaração anual, cálculos mensais, geração e pagamentos de impostos devidos), ou seja, nenhum órgão ou instituição (banco ou corretora) se responsabiliza, ou enviam as informações automaticamente, nem mesmo no informe de rendimento ou nas notas de corretagens.

Frisamos ainda que os cálculos devem ser realizados desde a primeira compra de títulos, e devem ser atualizados a cada nova compra ou venda, pois só assim você saberá o resultado da operação (lucro/prejuízo) – em casos de prejuízos, este pode ser compensado com um lucro futuro e, consequentemente, pagar menos impostos.

  • Imposto

Apesar de não ser de conhecimento de todos, operações em bolsa de valores possui a incidência de imposto sobre o lucro, na qual é aplicado uma alíquota de 20% para operações de Day Trade (operações iniciadas e encerradas no mesmo dia) e 15% em Swing Trade (operações com durações acima de um dia).

Sendo assim, é emitido um DARF com o código 6015 com vencimento para o último dia útil do mês subsequente ao mês da operação. Ressaltamos ainda, que a guia só poderá ser gerada quando o valor for acima de R$ 10,00, caso contrário, deverá ser adicionado nas próximas apurações até que o valor seja igual, ou superior a R$ 10,00.

  • Isenção

Para as ações, nós temos uma isenção na tributação em casos de VENDAS no mês até 20 mil. Dessa forma, todo os ganhos obtidos serão caracterizados com rendimentos isentos. Acima desse limite, devemos tributar os valores normalmente!

OBS:  Não confunda VENDAS com LUCRO!

  • BDR – Brazilian Depositary Receipt

Os BDR são ações de empresas estrangeiras negociadas na B3, uma modalidade de investimento que era disponível apenas para investidores qualificados (pessoa física ou jurídica, que tenha mais de 1 milhão investidos), no entanto, foi liberada para todos os investidores apenas em outubro de 2020. Este possuí uma lei específica e diferente das nossas ações: seus dividendos são tributados conforme nossa tabela progressiva de imposto de renda, dessa forma, rendimentos até 1.903,98 são isentos, após isso, deve-se preencher, mensalmente, o carnê leão!

Como dito anteriormente, essas operações possuem uma certa complexidade que dependem de uma análise e um trabalho minucioso, tanto mensalmente, como anualmente, visto que, possuímos diversas variedades de operações (Day Trade, Swing Trade), ativos (ações, FII, BDR, dólar, índice, etc) e até mesmo, isenção! Por isso conte com o nosso time sempre que for preciso!

Por fim, gostaria de ressaltar que a Receita Federal contém acesso apenas aos lucros obtidos, por conta do imposto retido na nota de corretagem, sendo assim, em caso de notificações por operações em renda variável, procure um de nossos especialistas antes de pagar qualquer guia enviada para possamos realizar as medidas cabíveis!

Curta, comente e compartilhe! Até o próximo post. ☺♥

Redação por: Kethelyn Siqueira, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Paulista.
Revisão por: Daiane Alegro Guido, processo Financeiro da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Anhanguera, e Pós Graduação em Controladoria e Finanças pelo SENAC.

Mulheres de Negócios: Desafios de uma mulher empreendedora

Olá! Começaremos esse artigo de uma maneira diferente do habitual, hoje não querendo trazer somente informações com base no tema “Mulheres Empreendedoras”, mas destacando o quanto a figura feminina tem tomado força no ambiente corporativo. 

Neste mês de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher e nada mais poderíamos escolher falar do que a maneira como as mulheres tem composto suas trajetórias profissionais.

As mulheres vêm conquistando espaço no ambiente empreendedor. Com números crescendo a cada ano, cada vez mais temos visto esse espaço sendo “dominado” por elas. E por isso neste artigo, iremos abordar os desafios e as oportunidades que as mulheres têm, quando o assunto é negócios. 

Acompanhe!

Desafios do empreendedorismo feminino

Começar um negócio, passando por todas as etapas desse processo, desde o planejamento até a prática não é um percurso nada fácil.

Segundo a pesquisa Empreendedorismo Feminino no Brasil, publicada em 2019 pelo Sebrae em parceria com o GEM (Global Entrepreneurship Monitor), atualmente, já existem 24 milhões de mulheres empreendedoras no nosso país. Mas, para continuar a conquistar esse espaço, elas ainda têm que enfrentar muitos obstáculos, que vão desde a dificuldade em conciliar vida pessoal e profissional até o preconceito de gênero.

Dentro dos desafios pessoais enfrentados pelas mulheres, podemos destacar um: Dar o primeiro passo, já que pensar em conciliar lar, filhos e o trabalho externo não é algo tão simples. 

A mulher ainda carrega consigo esse “dever” da multitarefa e lidar com isso inicialmente talvez seja o grande primeiro desafio.

Já dentro do ambiente profissional, as mulheres possuem baixo acesso capital para investir em suas empresas, até com juros mais altos nos bancos. Assim, as mulheres empreendedoras são constantemente questionadas sobre a sua capacidade de conciliar a jornada profissional com a responsabilidade da maternidade e vida pessoal, sendo um longo caminho a ser percorrido.

Felizmente, essas dificuldades vêm diminuindo, conforme o mercado reconhece o talento e valorizam cada vez mais essa figura tão bem representada a quem seguem mesmo em meio aos desafios propostos para o amadurecimento de seus sonhos.

Oportunidades do empreendedorismo feminino

Quem pensa que a vida da mulher empreendedora é feita somente de desafios, está muito enganado. Apesar de todas as dificuldades, existem diversas oportunidades para elas, que facilitam um pouco esse grande desafio que é empreender.

As mulheres possuem diversas características, habilidades e qualidades que auxiliam quando o assunto é gestão de negócios. Entre elas podemos citar aspectos como a busca por mais capacitação e desenvolvimento profissional, visão analítica, flexibilidade, gestão de conflito e tempo, atenção aos detalhes, e muito mais.

Além disso, existem redes de apoio feminino, em diversos formatos, como podcast, blog, perfil no Instagram, página no Facebook, canais no Youtube, entre outros. Confira abaixo algumas sugestões de redes de apoio feminino que separamos para inspirar as empreendedoras:

  • PoupeCast: é um podcast voltado para o mundo das finanças e mercado financeiro em geral;
  • Empreendidelas – Empreendedorismo Feminino na Prática: também é um podcast, porém voltado para a troca de experiências sobre negócios, mercado de trabalho e outros assuntos relacionados à vida pessoal e profissional das mulheres;
  • Rede Mulher Empreendedora: é a primeira e maior plataforma de empreendedorismo do Brasil, que tem como objetivo de integrar, capacitar e fazer a troca de conhecimentos entre mulheres empreendedoras e/ou que buscam abrir um novo negócio;
  • Continue Curioso: é um canal no YouTube que mostra a vida de pessoas que trocaram a vida de CLT para se dedicarem ao seu próprio negócio;
  • Espaçonave: também é um canal no YouTube, no qual o dono do canal, Rafa Cappai, entrevista diversos empreendedores, que contam um pouco sobre sua trajetória e mostram que empreender é possível e dá certo, sim.

Ao decidirem por empreender, as mulheres acabam tendo a oportunidade de conquistarem sua autonomia financeira e de se tornarem a protagonista da sua própria vida. Por fim, empreender traz a oportunidade identificar seu talento, ou algum segmento que você se identifique e fazer algo que realmente ame, além de trazer benefícios como: poder gerar mais empregos (inclusive para as mulheres) e deixar um legado pessoal.

Dicas importantes para o empreendedorismo feminino

Sabemos que empreendedor não é nenhuma tarefa fácil, e que empreender sendo uma mulher, é menos ainda. Mas agora que você sabe um pouco mais sobre os desafios e as oportunidades do empreendedorismo feminino, que tal conferir algumas dicas importantes que escolhemos para te ajudar nessa jornada?

  • Empreender não é uma tarefa nada fácil: A jornada será feita de acertos e erros, por isso, seja persistente! Não desista quando as coisas ficarem difíceis;
  • Esteja preparada: Estude o mercado, a concorrência, o seu público e a sua área de atuação. Faça cursos, se capacite, busque informações e troque experiências que irão te ajudar nessa nova jornada;
  • Estipule o capital inicial da sua empresa para evitar dores de cabeça. Ele é o dinheiro necessário para se abrir uma empresa e mantê-la funcionando enquanto o seu negócio ainda não traz lucros;
  • Tenha um capital de giro, ou seja, tenha uma reserva de dinheiro para a manutenção da empresa e a garantia de continuidade dela; 
  • Aprenda a gerenciar o seu tempo: Separe uma parte do seu dia para se dedicar completamente e inteiramente ao seu negócio;
  • Construa uma rede de apoio: O início de um novo empreendimento pode ser bem árduo e exaustivo, por isso, ter uma rede de apoio com pessoas que você possa contar, pode tornar a caminhada mais fácil;
  • Escolha um escritório de contabilidade de confiança e que seja realmente um parceiro de negócio.

Bônus: Mulheres empreendedoras de sucesso

Como um bônus para encerrar esse artigo, separamos alguns exemplos de grandes mulheres empreendedoras do Brasil para inspirar você. Confira abaixo:

  • Luiza Helena Trajano: Nascida em Franca/SP, em 09 de outubro de 1948, Luiza é uma empresária brasileira, mais conhecida por ter fundado a empresa Magazine Luiza. Antes de se tornar uma empreendedora de sucesso e referência, já trabalhou em áreas como cobrança e vendas. Em 2021 foi listada pela Revista Forbes como uma das 100 mulheres mais influentes do mundo.
Luiza Helena Trajano
  • Zica Assis: Nascida em 1960 em uma comunidade no Rio de Janeiro, Heloísa Assis, mais conhecida como Zica Assis, é uma mulher negra e brasileira, que já trabalhou como babá e empregada doméstica, é a cofundadora e sócia da empresa Beleza Natural, maior rede de salões do Brasil especializada em cabelos crespos, cacheados e ondulados.
Zica Assis
  • Paola Carosella: Nascida em Buenos Aires, na Argentina, em 30 de outubro de 1972, Paola é chef de cozinha e empresária. Com ascendência italiana e naturalizada brasileira, é dona do restaurante Arturito e do café La Guapa, e conhecida também por ter sido jurada no programa de culinária Masterchef do Brasil. Em 2014, foi eleita pela Folha de São Paulo como a melhor chef.
Paola Carosella
  • Cristina Junqueira: Nascida em 1984, no Ribeirão Preto/SP, Cristina é uma engenheira e empresária brasileira, e uma das fundadoras da Nubank. Em 2021, foi eleita a segunda mulher mais rica do Brasil, ficando atrás apenas de Luiza Helena Trajano. Em 2021, sua empresa foi considerada como o banco mais valioso da América Latina.
Cristina Junqueira

É por acreditar na força das mulheres nos negócios que desenvolvemos esse artigo. Esperamos que todas que o lerem se sintam inspiradas e impulsionadas a empreender, realizando sonhos que muitas vezes ficam apenas no papel pelo medo de lidar com tantas tarefas e com o “empreender”. Destacamos também, que a Mazzola Contabilidade tem todo apoio necessário para as mulheres empreendedoras, que estão pensando em abrir um novo negócio, ou até mesmo já possuem empresa aberta.

Te esperamos no próximo texto e um Feliz Dia das Mulheres à todas!

Redação por: Anna Caroline de Moraes, processo Administrativo da Mazzola Contabilidade. Cursando Psicologia pelo Anchieta.
Redação por: Gisele Rossani, processo Comercial e Marketing da Mazzola Contabilidade. Graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIP de Jundiaí.
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí

Aplicando “o Jeito Disney de Encantar o Cliente”

Vamos falar de Disney?

Quem me conhece sabe o quanto me encanto com a magia da Disney, tanto que estudo os padrões de excelência desta empresa desde 2015.

De lá para cá já foram vários livros lidos, muitas viagens para a Disney e muitos cursos com grandes especialistas aqui no Brasil e nos Estados Unidos, além de conhecer bastidores e treinamentos internos da própria Disney em Orlando.

Desde que comecei os estudos eu entendi o quanto Walt Disney utilizou da melhoria contínua em seus negócios para criar o maior império do entretenimento do mundo, com filmes, parques, hotéis, redes de televisão, streaming, muitas marcas e muitos produtos.

A Disney foi fundada em 1923 e por muitas e muitas vezes em seu início dos negócios quase encerrou as atividades, quando então em 1928 surgiu o tão querido personagem Mickey Mouse e todo o rumo dos negócios mudaram, mas saiba que Walt Disney faliu 3 outras empresas, até que seu irmão Roy Disney finalmente assumiu o administrativo e financeiro dos negócios, trazendo estabilidade para o crescimento.

O “Jeito Disney de Encantar Clientes” é um livro escrito pela Disney University e conta um pouco como as empresas podem criar a excelência nos negócios.

Abaixo elencarei não somente o que fala este best-seller, mas também muito dos meus aprendizados com outros livros e cursos:

Criando o Propósito da Empresa

Uma empresa que possui um propósito bem definido do porquê ela existe consegue encantar seus colaboradores para difundir esse propósito de existência com os clientes.

O porquê uma empresa existe é impacto que ela cria na vida das pessoas, por exemplo:

  • Disney: Criar a Felicidade;
  • Apple: Pense Diferente;
  • Starbucks: Criar experiências e conexão com cada pessoa que compra seus produtos.

Esse é o primeiro passo para criar uma empresa que encanta e cria experiência ao cliente.

Qual o impacto que sua empresa causa na vida das pessoas? Qual o propósito dela existir?

Criando a Cultura da Empresa

Sabendo qual o propósito da sua empresa existir, o momento é de dar autonomia para sua equipe atender o seu cliente com maestria, excelência e encantamento.

Para isso é necessário ter uma cultura forte, onde todos os colaboradores saibam o que deve ser feito para atender bem um cliente, assim tenha pelo menos 4 chaves comportamentais que você deve esperar da sua equipe:

  1. Qual é a prioridade da empresa? Sem isso você não abre as portas dela para trabalhar.
  2. Qual é o sentimento que você quer criar na mente do cliente?
  3. Como você quer ser lembrado pelo cliente?
  4. Por fim qual a consequência ou o resultado de todos os comportamentos acima?

Para a Disney a sua prioridade é a Segurança, o sentimento que ela quer gerar nos clientes é de Cortesia e Inclusão, mas ela quer ser lembrada pelo seu Show e por fim ela tem Eficiência em tudo o que faz.

Todos os colaboradores da Disney possuem essas chaves de comportamento em mente quando atendem um cliente, assim tomam suas decisões baseadas nessas prioridades.

E para sua empresa quais são as suas chaves culturais de comportamento?

Cuidando do Cenário da Empresa

Toda empresa possui um cenário e ele pode ser dividido em Palco e Bastidores.

O Palco é onde acontece a apresentação, ou melhor dizendo, o atendimento ao cliente, e ele pode ser por meio físico ou digital, assim quando se está na frente do cliente, o show deve acontecer.

Quando falo em show, quero dizer do tratamento ao cliente, do alinhamento das expectativas, tratando cada cliente como único e especial.

Bastidores é o local onde os clientes não visualizam a equipe de trabalho, ou seja, é o local onde eles podem descansar ou cumprir suas obrigações sem que estejam no Palco.

E a sua empresa possui Palco e Bastidores?

Criando os Processos da Empresa

Os processos são a mágica acontecendo na prática, pois como diria Lee Cockerell: “Não é com mágica que se faz um bom trabalho e sim com um bom trabalho que se faz mágica”.

O que ele quer dizer com essa frase?

Tudo na empresa é processo e procedimentos, e tê-los escritos, padronizados e bem claros, fazem toda a diferença no trabalho de cada colaborador.

Os colaboradores precisam executar o mesmo trabalho, na mesma sequência, desta forma ter um documento falando cada etapa de uma atividade é o que cria a sensação de mágica ao cliente.

Nos procedimentos bem escritos, todos os itens que poderiam ocorrer estão listados, assim todo colaborador saberá como agir de forma a seguir as chaves culturais de comportamento da empresa em cada tarefa, ou seja, mostra-se uma cultura forte e soberana para criar a magia e o encantamento.

Sua empresa possui os processos e procedimentos mapeados e sincronizados com a cultura da sua organização?

Criando o Cuidado com o Elenco

Por fim e mais importante item do encantamento empresarial é o elenco, ou seja, a equipe de trabalho que vai criar a magia no atendimento ao cliente.

Para que isso aconteça ela precisa saber muito bem qual é a sua função e quais as atividades que ela deve desempenhar, tudo isso deverá ser escrito na descrição funcional de cada cargo da empresa que deverá estar no seu organograma.

É vital ter uma política de cargos e salários justa e coerente, para que cada pessoa somente seja promovida conforme os requisitos de competência exigidos de cada cargo, essa é justiça do reconhecimento aos colaboradores.

Contrate atitudes e treine o técnico, essa é a velha máxima de toda empresa, pois as habilidades de uma pessoa são facilmente treinadas, porém as atitudes dela dificilmente mudarão e se conectarão com seus valores, se elas não os possuir.

O treinamento é a parte principal do cuidado com o elenco, o primeiro treinamento de um colaborador é para falar do propósito e da cultura da empresa, dando exemplos de como atender bem um cliente por meio de suas chaves culturais de comportamento.

Os demais treinamentos serão para falar da parte burocrática e regras da empresa, posteriormente alinhe as expectativas do colaborador com ela, treinando também a parte técnica do colaborador.

Tenha uma trilha de treinamentos onde o colaborador poderá ter uma visão do que a empresa espera de treinamentos dele para que possa crescer na carreira.

O líder tem papel fundamental no cuidado com elenco, pois é ele que transmite os objetivos de curto e longo prazo da empresa, monitora o desempenho do colaborador, direcionando-o para cumprimento de metas e o mais importante: FEEDBACK.

Parte essencial para construir uma relação forte e exemplar com um colaborador é o feedback constante e positivo, para motivá-lo ao crescimento.

E assim finalizo este artigo para o blog, esperando que você tenha se motivado a criar uma cultura de encantamento e magia para aplicar o “Jeito Disney de Encantar os clientes” na sua empresa.

Se você ficou com alguma dúvida e precisa de ajuda para desenvolver todos esses itens na sua empresa, ficarei muito contente em receber seu comentário ou o seu contato.

Que você tenha um dia mágico!

Até breve!

Redação por: Rodolfo Mazzola, sócio da Mazzola Contabilidade e Mazzola Soluções.; Graduação em Ciências da Computação e Ciências Contábeis pelo Unianchieta.
Revisão por: Daiane Alegro Guido, processo Financeiro da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Anhanguera, e Pós Graduação em Controladoria e Finanças pelo SENAC.

Era Virtual e a cultura do Cancelamento: Como isso afeta o meu negócio?

Na era digital em que vivemos, sabemos muito bem que as notícias correm rápido. Sejam elas verdadeiras ou não, uma coisa é certa: a sociedade evoluiu, e com ela também se evoluiu conceitos importantes de percepção, justiça, preconceito, dentre vários outros pontos que são julgados muitas vezes de forma radical.

Hoje em dia, vemos diversas pessoas que se beneficiam da internet positivamente, e ela realmente têm sido uma ferramenta indispensável e um meio de expansão muito grande, principalmente quando falamos de “negócios”. Com apenas um clique, conseguimos acessar virtualmente lojas de todo mundo, conseguir referências, analisar comentários e classificações por estrela se determinado produto ou empresa é recomendável ou não.

Que coisa, não? Pensando há 10 anos atrás como imaginaríamos essa possibilidade?

Um mundo novo com tantas transformações e informações que às vezes até assustam nós: os nascidos antes dos anos 2000, onde a única preocupação era quem seria selecionada nova loira do Tchan no programa do Gugu! 

Brincadeiras à parte, é importante sim, que estejamos constantemente nos atualizando e tentando acompanhar essa “era digital”, pois assim como existem dois lados em todos os aspectos da nossa vida, a internet não se isenta desse fato, além de ser utilizada de maneira positiva, também pode ser muito negativa em determinados aspectos. 

Trazendo isso para o lado do empreendedorismo, cabe às empresas repensarem suas práticas, inclusive internas, pois a aceleração de seus valores é validada também pelo que compartilham em redes sociais e como se posicionam mediante à eles. 

Há posturas e opiniões que impactam na imagem das organizações e quando se posicionam de maneira “incorreta”, algumas consequências podem vir à tona, como perda de seguidores, patrocínios, perda de vendas e até serem “cancelados” por meio das redes sociais.

Mas… O que é esse tal de cancelamento?

A chamada cultura do cancelamento se tornou febre nas redes sociais, o que se iniciou como um movimento para chamar atenção para causas sociais foi se modificando e atualmente o termo “cancelar” ganhou força como um recurso de maior impacto para adequar as pessoas às mudanças. 

Isso é feito por meio de comentários negativos e compartilhamento de vídeos que viralizam rapidamente, e em um estalar de dedos são acessados por milhões de pessoas. 

Segundo um levantamento realizado nos EUA pela Porter Novelli, as empresas precisam ficar atentas ao poder atual do consumidor. 64% utilizam as redes sociais para promover hashtags ou feedbacks sobre marcas, enquanto 72% se sentem capacitados e empoderados para se manifestar sobre a conduta, os produtos, os serviços, as iniciativas e qualquer outra ação das organizações.

Vemos casos como esse acontecendo com famosos a todo instante, como a rapper Karol Conká, por exemplo. Suas atitudes negativas dentro de um reality show foram motivos de quebra e contratos com grandes empresas, e um impacto na sociedade quando saiu do confinamento. A revolta “contra” ela foi tão grande que precisou sair escoltada, além de passar por tratamento psicológico para tentar voltar à vida normal. 

A adoção de protocolos é uma forma de evitar o cancelamento!

A orientação é o melhor caminho em casos como esse e o bom senso é regra! É preciso muito cuidado em observar diversos aspectos, não só como as marcas se posicionam, mas também no modo que as pessoas que a integram o fazem. Uma coisa simples, mas que pode ser utilizada como exemplo é o uso de crachás fora do ambiente de trabalho. Ao sair para o almoço por que não guardar para preservar a vida profissional? Ou então, dentro do mundo virtual, uma das melhores opções seria orientar funcionários com o que publicam marcando a empresa.

É um meio em que se bem utilizado pode-se ter bom proveito. Faça das redes sua aliada na trajetória profissional, e viva com a empatia lado a lado do seu negócio!

Até o próximo texto!

Redação por: Anna Caroline de Moraes, processo Administrativo da Mazzola Contabilidade. Cursando Psicologia pelo Anchieta.
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí

CAPITAL DE GIRO – O que é e como gerir?

Ao começar o seu negócio, muitos empresários ficam bastante preocupados com todo o processo burocrático em que envolve a abertura de uma empresa, como a formalização e a aquisição de equipamentos. Porém, o que muitos acabam esquecendo é de dar a devida importância ao CAPITAL DE GIRO, que muitas vezes é deixado de lado pela falta de conhecimento sobre tema, o que ele é e seus benefícios para o seu negócio.

Mas fique tranquilo(a)!

Hoje, vamos esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto, fique comigo!

CAPITAL DE GIRO, O QUE É?

O capital de giro nada mais é do que a reserva necessária para a manutenção de uma empresa e a garantia de continuidade dela.

O capital de giro é caracterizado como um ativo circulante e não se concentra apenas no caixa, mas também em forma de investimentos de alta liquidez (que podem ser resgatados a qualquer momento), em contas bancárias ou em qualquer outro meio que possa ser facilmente resgatado, a fim de garantir o cumprimento das obrigações de uma empresa, que dentre elas estão:

  • Salários;
  • Impostos;
  • Internet, energia e água;
  • Compra de estoque;
  • Aluguéis.

A empresa também pode possuir outros recursos, como por exemplo: veículos, máquinas e imóveis. Porém, estes não são considerados ativos que possam ser utilizados de forma imediata para custear as operações, pois é necessário tempo para transformá-los em recursos.

QUAL A IMPORTÂNCIA?

Controle das finanças: 

O capital de giro pode e deve auxiliar no controle financeiro do seu negócio. Com ele, é possível analisar as contas a pagar ou receber, além de que, o empresário em que mantém a organização de suas contas consegue enxergar a empresa como um todo, inclusive suas principais necessidades e oportunidades.

  1. Análise e alerta de riscos para o seu negócio:

Outro ponto muito importante sobre o capital de giro é a possibilidade que ele te dá para analisar e consequentemente sinalizar os riscos financeiros da sua empresa. Além disso, também é possível pensar e desenvolver estratégias por meio de uma análise geral dos seus resultados.

  • Segurança:

Antes de qualquer coisa, o capital de giro trará SEGURANÇA para o seu negócio. Em casos de imprevistos, ou até mesmo situações tão inusitadas como a da pandemia que estamos vivendo, é a sua reserva que vai assegurar as atividades da empresa. Aderir ao capital de giro é fundamental para a saúde financeira da sua empresa.

Além desses pontos importantes, também podemos citar: o capital permite que você tenha conhecimento sobre o melhor momento e prazo para realizar suas compras; ajuda a manter as contas do ativo e passivo em equilíbrio e permite também que você possa criar riquezas na sua empresa de longo prazo.

Agora que sabemos o que é e qual a importância do capital de giro, você pode estar se perguntando: Mas quanto é preciso para tê-lo?

COMO CALCULAR O CAPITAL DE GIRO NECESSÁRIO:

Antes de começar qualquer cálculo, é necessário que você faça o levantamento de algumas informações. Você precisará ter as informações em mãos de quanto a sua empresa possui nas seguintes contas:

ü Contas do caixa e banco (aplicações financeiras também);

ü Contas a receber (pois elas são o resultado das vendas a prazo);

ü Valor do estoque;

Para o cálculo do capital de giro, existe uma fórmula simples, sugerida pelo SEBRAE, que pode ser utilizada para qualquer tipo de negócio:

Fórmula do capital de giro líquido:

CGL = AC – PC

Sendo: 

CGL: Capital de giro líquido.

AC: Ativo circulante (caixa, bancos, aplicações financeiras, contas a receber etc.)

PC: Passivo circulante (fornecedores, contas a pagar, empréstimos etc.)

Vamos fazer uma simulação com números?

AC = Dinheiro + Estoque + Contas a receber: R$ 160.000

PC = Empréstimos a curto prazo + Passivos acumulados + Contas a pagar: R$ 85.000,00

CGL = AC – PC 

CGL = 160.000 – 85.000 

CGL = R$ 75.000

Esse valor demonstrado seria o mínimo necessário, sendo o ideal multiplicar o seu resultado por 6, visando uma segurança por maior tempo. Na pandemia, foi possível sentir na pele a falta que faz um capital de giro para dar suporte necessário nos momentos de crise.

Por isso, não negligencie esse ponto em que é tão importante para o sucesso do seu negócio. Planeje e tenha o seu capital de giro!

Aqui na Mazzola Contabilidade, orientamos muitos clientes que não possuíam controles sobre o seu capital de giro e hoje conseguem ter suas finanças controladas, tornando-os capazes de enfrentar crises com maior robustez, devido a expertise do nosso time sobre o tema. Nós possuímos serviços de gestão financeira para sua empresa, além disso, consultoria especializada para te auxiliar no planejamento estratégico de seu negócio.

Se tiver alguma dúvida ou interesse, entre em contato conosco e teremos o maior prazer em atender e ajudar a sua empresa.

Ficou mais alguma dúvida? Não a deixe passar, mande ela nos comentários!

Redação por: Juliana Marinho Farias, processo Fiscal da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Estácio.
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí.

Circuit Breaker: Você sabe o que é?

Você sabe o que é Circuit Breaker? Não? Então vem comigo que o post de hoje é para você!

 Vamos começar abordando alguns fatos importantes ocorridos no mês de março de 2020, um mês atípico e com marcos históricos para o Brasil e o mundo.

Em março, nos deparamos com a pandemia da COVID-19 que resultou em lockdown, quarentenas e fronteiras fechadas no mundo inteiro. Um cenário nunca visto antes. Todo o medo que a população enfrentou, refletiu nos mercados financeiros mundiais.

Como consequência, vimos quedas nos preços de todos os ativos operados em bolsa (exceto o dólar, que teve uma alta em seu preço comparado com o real). Toda essa movimentação na bolsa de valores, fez com que um mecanismo da B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) fosse acionado, o chamado: Circuit Breaker.

O Circuit Breaker, geralmente acontece em cenários de crise e/ou acontecimentos específicos (bons ou ruins) que deixam em questão o futuro, causando euforia ou incertezas nos investidores.

Este, por sua vez, é acionado quando os preços dos ativos negociados em bolsa, começam a subir ou cair de maneira abrupta. E, com o objetivo de proteger o mercado, rebalancear os preços e acalmar os ânimos dos investidores para que não haja operações precipitadas e por impulso, todas as negociações são interrompidas, ou seja, ninguém pode comprar ou vender qualquer ativo na bolsa.

O mecanismo possui 3 estágios:

  1. Queda de 10% dos preços, em relação ao dia anterior: negociações interrompidas por 30 minutos;
  2. Queda de 15% em relação ao dia anterior: negociações interrompidas por 1 hora;
  3. Queda de 20% em relação ao dia anterior: negociações paradas por tempo indeterminado.

O último Circuit Breaker acionado foi no dia 17/05/2017, conhecido também como: Joesley Day. Outra data histórica do mercado financeiro brasileiro, ocasionado pelo vazamento do áudio do Joesley Batista (dono da empresa JBS) com Michel Temer, presidente do Brasil da época – em assuntos da Lava Jato.

Desde então, os próximos acionamentos ocorreram em março de 2020. E pasmem: foram seis vezes em menos de 2 semanas! Dois deles, em um único dia:

1º – 09/03/2020

2º – 11/03/2020

3º – 12/03/2020

4º – 12/03/2020

5º – 16/03/2020

6º – 18/03/2020

Hoje em dia, este acontecimento não tem tanto impacto no mercado, pois os investidores sabem o que querem e como devem agir. Fazendo com que os preços voltem aos patamares anteriores rapidamente.

Agora você deve estar se perguntando “Ok, mas por que tudo isso agora?”.

Essas informações são SUPER importantes para você poder entender o mercado financeiro, e não se assustar com as quedas e acabar arcando com prejuízos desnecessários pelo desconhecimento.

Apesar do susto, o ocorrido foi uma grande oportunidade, quase única, de comprar boas empresas por valores baixíssimos, e se você já possuía uma carteira de investimentos, foi a chance de realizar o rebalanceamento dos preços dos ativos em carteira!

Agora você já sabe o que deve fazer, não é mesmo? Curta, comente e compartilhe com os amigos!

Fique de olho que logo voltaremos com novas atualizações. Até o próximo post! ☺♥

Redação por: Kethelyn Siqueira, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Paulista.
Revisão por: Daiane Alegro Guido, processo Financeiro da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Anhanguera, e Pós Graduação em Controladoria e Finanças pelo SENAC.

Por que fazer a sua Declaração de Imposto de Renda com um contador?

O mês de março chegou e com ele teve o início da entrega da Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física 2021.

Nessa época, é muito comum que surjam muitas dúvidas, como “Quem precisa declarar?”, “Quais cuidados devo tomar?”, “Quais documentos são necessários para fazer a declaração?”, e muitos outros questionamentos.

E é ai que entra o papel do contador!

Fazer a sua declaração com um contador de confiança irá garantir que você NÃO tenha problemas futuros com a Receita Federal e acabe caindo na tão temida malha fina.

Por isso, separamos 5 motivos do porquê fazer a sua declaração de Imposto de Renda com um contador é a melhor opção. Confira abaixo:

  1. Exatidão no preenchimento das informações:

O contador é um profissional que possui experiência na área, tem prática com o sistema da Receita Federal e por isso irá garantir uma maior exatidão no preenchimento das informações da sua declaração.

  1. Cada declaração de IR difere:

Cada declaração de Imposto de Renda difere uma da outra. Existem atualmente, desde de declarações mais simples até as mais complexas. Contratando os serviços de um contador, você evita que algum detalhe passe despercebido ou que alguma informação seja preenchida incorretamente.

  1. Conhecimento nas leis e normas:

O contador possui conhecimento técnico, garantindo que a entrega da sua declaração esteja conforme as leis e normas, evitando dores de cabeça futuras. É importante ressaltar que geralmente há sempre alguma mudança de um ano para outro, por isso é necessário estar sempre atento e atualizado.

  1. Evitar cair na malha fina:

Aqueles que optam por fazer a sua declaração por conta própria, correm o risco de preencherem sua declaração de forma equivocada devido a sua complexidade, fazendo assim com que caiam na malha fina, o que acaba por gerar mais trabalho e estresse, tendo ainda que fazer a retificação.

  1. Tranquilidade e segurança:

Além de todas as vantagens acima já citadas com a ajuda de um contador, você também ganha o aspecto da tranquilidade e da segurança na declaração de seu Imposto de Renda. Tendo em vista que esse profissional tem conhecimento técnico e a experiência necessária e fará a entrega no prazo.

Essas são apenas algumas das vantagens de se contratar um contador para cuidar da sua declaração de IR. Além de se ter um profissional experiente e com um vasto conhecimento cuidando da sua declaração, você acaba ganhando tempo e acaba por evitar futuros prejuízos e dores de cabeça.

Está esperando o quê? Escolha fazer sua declaração com um contador!

Faça sua declaração conosco! A equipe Mazzola Contabilidade possui 47 anos de experiência e conta com profissionais qualificados e de confiança que estão prontos para te ajudar! Entre em contato conosco por meio dos telefones: (11) 4587–2043 / (11) 99253–1549

Ah! Fique atento: não deixe para a última hora! O prazo termina em 30 de abril de 2021!

Confira também os outros textos sobre Imposto de Renda que possam te interessar:

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Não esqueça de deixar seu comentário aqui embaixo, sua opinião é extremamente importante para nós.

Até o próximo artigo! 😉

Redação por: Gisele Rossani, processo Comercial e Marketing da Mazzola Contabilidade. Graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIP de Jundiaí
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí

IRPF 2021 – Imposto de Renda X Mercado Financeiro

No texto de hoje, vamos falar um pouco sobre imposto de renda, porém em uma perspectiva diferente: voltado para o investidor com operações na bolsa. Um assunto que gera muitas dúvidas, mas nada que a Mazzola Contabilidade não possa te ajudar a entender.

            Nós brasileiros tínhamos um histórico de juros elevados, que nos possibilitava ter investimentos com ótima rentabilidade sem grandes esforços em aplicações de renda fixa. No entanto, este cenário vem mudando com a queda da taxa Selic e o descontentamento da população em relação a este panorama, fizeram com que os investidores tivessem que se arriscar no mercado de renda variável.

Contudo, o que muitos não sabem, é a complexidade que essas operações possuem perante o fisco, que necessitam de cálculos mensais, pagamento de guias de IR (DARF), e até mesmo um planejamento tributário.

Todo esse crescimento no mercado financeiro resultou em um aumento na fiscalização da Receita Federal neste quesito, na qual, os investidores podem vir a ter seus CPFs bloqueados e/ou cobrança de impostos retroativos, com multas e juros. Para te ajudar com tudo isso, separamos alguns tópicos importantes sobre o assunto:

  • Obrigatoriedade

Ao contrário do que muitos pensam, toda e qualquer operação ocorrida dentro da bolsa de valores deve ser declarada no imposto de renda, independentemente da duração, valor ou resultado da operação. Além disso, o investimento em bolsa de valores, anula quaisquer isenções previstas. Investiu, tem que declarar!

  • Documentos necessários:

Para a realização do IRPF, precisamos de alguns documentos específicos que são disponibilizados pela corretora:

  1. Nota de Corretagem:

            A nota de corretagem ou nota de negociação se assemelha a uma nota fiscal, ela contém todas as informações necessárias para realização dos cálculos, como: data, título, operação (compra ou venda), quantidade, valor, taxas e emolumentos cobrados.

  • Extrato da Conta Corrente:

Já o extrato, serve para conferência e verificação se todas as notas de corretagem foram enviadas. E seu envio é necessário, pois apenas com ele teremos acesso a informação de proventos recebidos (dividendos, juros sobre capital próprio e rendimento de fundos imobiliários) bem como, taxas de BCT decorrente ao processo de aluguel de ações, participação em processos de abertura de empresa na bolsa, conhecido como IPO e, até mesmo, subscrições exercidas no ano.

  • Cálculo

A responsabilidade é única e exclusiva do investidor (preenchimento e entrega da declaração anual, cálculos mensais, geração e pagamentos de impostos devidos), ou seja, nenhum órgão ou instituição (banco ou corretora) se responsabiliza, ou enviam as informações automaticamente, nem mesmo no informe de rendimento ou nas notas de corretagens.

Frisamos ainda que os cálculos devem ser realizados desde a primeira compra de títulos, e devem ser atualizados a cada nova compra ou venda, pois só assim você saberá o resultado da operação (lucro/prejuízo) – em casos de prejuízos, este pode ser compensado com um lucro futuro e, consequentemente, pagar menos impostos.

  • Imposto

Apesar de não ser de conhecimento de todos, operações em bolsa de valores possui a incidência de imposto sobre o lucro, na qual é aplicado uma alíquota de 20% para operações de Day Trade (operações iniciadas e encerradas no mesmo dia) e 15% em Swing Trade (operações com durações acima de um dia).

Sendo assim, é emitido um DARF com o código 6015 com vencimento para o último dia útil do mês subsequente ao mês da operação. Ressaltamos ainda, que a guia só poderá ser gerada quando o valor for acima de R$ 10,00, caso contrário, deverá ser adicionado nas próximas apurações até que o valor seja igual, ou superior a R$ 10,00.

Como dito anteriormente, essas operações possuem uma certa complexidade que dependem de uma análise e um trabalho minucioso, tanto mensalmente, como anualmente, visto que, possuímos diversas variedades de operações (Day Trade, Swing Trade), ativos e até mesmo, isenção (em caso de opções em ações), por isso conte com o nosso time sempre que for preciso!

Por fim, gostaria de ressaltar que a Receita Federal contém acesso apenas aos lucros obtidos, por conta do imposto retido na nota de corretagem, sendo assim, em caso de notificações por operações em renda variável, procure um de nossos especialistas antes de pagar qualquer guia enviada para possamos realizar as medidas cabíveis!

Curta, comente e compartilhe! Até o próximo post. ☺♥

Redação por: Kethelyn Siqueira, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Paulista.
Revisão por: Daiane Alegro Guido, processo Financeiro da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Anhanguera, e Pós Graduação em Controladoria e Finanças pelo SENAC.