6 dicas de como fazer uma pesquisa de satisfação ao cliente

“A pesquisa é o desenvolvimento da curiosidade e do conhecimento com propósitos definidos” – Wigton Gerald

No âmbito empresarial, é essencial realizar pesquisas dentro de uma empresa para determinar o sucesso ou fracasso de um negócio. Afinal, uma pesquisa bem elaborada pode ajudar os empresários a saber se estão na direção certa, ou até mesmo descobrir qual direção seguir, qual decisão tomar, o que você pode melhorar e/ou aperfeiçoar dentro da organização, conhecer mais sobre o seu mercado de atuação, entre outros.

No marketing, atualmente existem diversos tipos de pesquisas, como a de mercado, e a de satisfação, que será a abordada deste texto.

pesquisa de satisfação nada mais é do que uma ferramenta utilizada para receber o feedback dos seus clientes e medir o nível de satisfação deles com relação a sua empresa e seu produto/serviço. Esse tipo de pesquisa tem como principal objetivo aprender mais sobre o seu público e aumentar o nível de satisfação deles, visando a fidelização deles.

Mas aí você deve estar se questionando: “Qual a importância dessa pesquisa para o meu negócio?”

Ao realizá-la, além de você conseguir visualizar o nível de satisfação geral dos seus clientes, consegue também identificar suas forçassuas falhas (que precisam de atenção e serem corrigidas, ou podem se tornar uma grande ameaça) e oportunidades que podem ser aproveitadas.

Todas essas informações, extremamente importantes para o seu negócio, são obtidas através da coleta de resposta dos seus consumidores, que darão a opinião deles, deixando sugestões, reclamações e até mesmo elogios.

Confira abaixo alguns dos benefícios de realizar a pesquisa de satisfação:

  • Amplia a visão de mercado e negócio;
  • Permite corrigir falhas e fraquezas;
  • Aumenta a fidelização dos clientes;
  • Permite um conhecimento mais aprofundado sobre o seu público;
  • Ajuda na tomada de decisões;
  • Melhora na comunicação;
  • Aperfeiçoamento no atendimento ao cliente;
  • Possibilidade de construção de um relacionamento forte com o seu consumidor;
  • Identificação de oportunidades;
  • Aprimoramento nos processos internos etc.

– Vamos colocar em prática?

Para te ajudar, separei 6 dicas de como fazer uma pesquisa de satisfação ao cliente! Confira abaixo:

  1. Definição do objetivo/problema: 

Para que seja feita uma boa pesquisa, e que ela seja assertiva e eficiente, é preciso planejar. Por isso, a primeira etapa consiste em definir qual o objetivo. Por qual motivo você está realizando a pesquisa? O que pretende descobrir com ela? Quais problemas quer solucionar?

Com essa informação bem definida, as próximas etapas serão mais fáceis. Além disso, isso irá evitar que a pesquisa perca seu foco e que você colete informações que serão irrelevantes.

2. Escolha da amostra:

Para realizar uma pesquisa, não é necessário entrevistar todos os seus consumidores. Por isso, definimos uma amostra para aplicar a pesquisa. A amostra nada mais é do que uma parcela de pessoas que irá representar todo o seu público. Nesta etapa, você irá definir quem serão as pessoas que irão responder o questionário.

3. Escolher o canal mais adequado para a realização da pesquisa:

Agora que você já tem o público-alvo da pesquisa definido, é hora de escolher o canal mais adequado para aplicar o questionário. Existem diversos canais para aplicação de questionários. Eles podem ser aplicados de forma impressa, ou digital, através da criação de um formulário digital. E ser enviado através de ferramentas como e-mail, telefone, WhatsApp e redes sociais, por exemplo. Tudo depende do seu tipo de negócio e do seu público-alvo.

4. Definição e elaboração do questionário:

O próximo passo é a definição e elaboração do questionário. Nesta etapa é preciso definir: quantas perguntas terão? Quais e como serão essas perguntas? As perguntas serão qualitativas (busca medir impressões, opiniões ou ponto de vista) ou quantitativas (coleta de dados concretos e que possam ser estruturados e estatísticos, ou seja, números)? Ou podem ser ambos? As perguntas serão abertas (a pergunta é respondida com as próprias palavras da pessoa) ou fechadas (é formada por opções de resposta já preenchidas para o respondente escolher)?

Além disso, é importante ressaltar que as perguntas precisam ser claras, objetivas, e precisam estar alinhadas com o objetivo da sua pesquisa, de forma que não gere dúvidas no público entrevistado.

  • Aplicação da pesquisa:

Com o questionário pronto, é hora de colocar a mão na massa, e aplicar a pesquisa com o seu público. Estipule um período que será realizada essa coleta de dados (2 semanas, 1 mês etc.). É comum que seja montado um time de pessoas que farão parte da aplicação da pesquisa, dependendo da quantidade de pessoas a serem entrevistadas. Por isso, escolha essas pessoas que irão ajudar nessa etapa, e parta para a prática. Entre em contato com os seus clientes, divulgue a pesquisa e colete o maior número de respostas possíveis. É muito importante ressaltar a importância da participação deles!

  • Análise dos dados coletados:

Após coletar todas as respostas necessárias, é hora de analisar as informações. Primeiramente, é preciso pegar todos os dados coletados e separar em gráficos, para ficar mais fácil de visualizar. Após feito isso, é hora de analisar as respostas. A partir da análise, você irá conseguir tomar ações para a empresa, solucionar problemas, caso apareça algum, e até aperfeiçoar pontos apresentados na pesquisa.

DICA BÔNUS: Deixo aqui uma dica bônus de como você pode elaborar seu questionário digitalmente: através do Google Forms. É uma ferramenta gratuita do Google que você consegue elaborar formulários/questionários, e com a vantagem de que as respostas são mensuradas automaticamente através de gráficos.

Podemos concluir que, a pesquisa de satisfação é como um canal de comunicação direto, além de ser uma ferramenta de relacionamento, entre a empresa e consumidor.

Gosto sempre de frisar que, não importa o tamanho do seu negócio, fazer esse tipo de pesquisa, ou até mesmo outros tipos, é sempre uma ótima decisão. Ao realizá-la, sua visão sobre o seu empreendimento será ampliada, pois você terá a visão daqueles que consomem o seu produto e/ou serviço. Com as respostas coletadas e análise feita, irá conseguir alavancar sua empresa, levando-a para a direção certa.

Agora que você já sabe como utilizar essa ferramenta estratégica e todas as vantagens que ela traz, é hora de colocar em prática! 

Como diria Paulo Freire, “Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino.”

Ficou com alguma dúvida ou precisa de ajuda para aplicar a pesquisa de satisfação na sua empresa? Nós podemos ajudá-lo!

Entre em contato conosco através do número (11) 96633-4295 ou envie um e-mail para contato@mazzolanet.com.br .

Temos uma equipe especializada em marketing e planejamento estratégico. Teremos o maior prazer em ajudar!

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Redação por: Gisele Rossani, processo Comercial e Marketing da Mazzola Contabilidade. Graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIP de Jundiaí.
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí.

A Inteligência Emocional e Psicologia Positiva nas relações humanas

Será que sua mente está preparada para toda pressão psicológica que a sociedade lhe impõe diariamente?

No texto de hoje quero falar com você sobre Inteligência Emocional e a Psicologia Positiva nas relações humanas, pois senti a necessidade de compartilhar o que penso e o que sinto sobre a atualidade do mundo.

Vivemos hoje um momento em que somos testados a cada instante e será que isso está nos fazendo bem?

Muito se fala que a depressão é a doença do século e ela acontece muitas vezes pela pressão que a sociedade impõe sobre as pessoas, muitas vezes de forma cruel e avassaladora, querendo criar pessoas perfeitas, sem deslizes e erros.

As Olímpiadas de Tokio 2020 nos mostraram o quanto a sociedade pode ser cruel, fazendo pressão pela perfeição e querendo criar pessoas que não cometem erros.

Mas sim, erramos! E isso é normal e não é uma sociedade que julga o que é correto para sua vida e sim você mesmo deve saber o que é melhor para o seu bem-estar e sua mente.

Vimos nessas Olímpiadas a atleta da ginástica artística, Simone Biles, desistindo da disputa por medalhas simplesmente porque ela cometeu um erro em seu primeiro salto no seu primeiro aparelho, o que demonstrou a fragilidade da mente humana sendo pressionada pela perfeição.

Felizmente, o Comitê Olímpico Americano decidiu cuidar da mente de Simone e acatou sua decisão, pois mais importante que uma medalha é cuidar da mente de suas atletas.

Somos pressionados diariamente em nossa profissão, em nossa família e pela sociedade em geral, mas somos humanos, podemos errar, o importante é reconhecer o erro e recomeçar, e não há nada de ruim nisso, pois o reconhecimento do erro mostra Inteligência Emocional, mostra que somos resilientes e podemos recomeçar.

A resiliência, termo emprestado pela física à psicologia, que significa voltar ao estado normal, ou seja, voltar-se ao seu estado habitual de saúde, tanto física quanto mental, após sofrer uma pressão psicológica.

Hoje, além de resilientes, temos que ser transcendentes, pois não podemos somente voltar ao estado normal de saúde mental, temos que aprender com essa pressão psicológica sofrida e mudar nosso comportamento para criarmos uma estrutura forte em nossa mente para que tal fato não ocorra da mesma forma, mas sim de forma mais preparada.

Como diz o ditado popular: “Só não se dá jeito para a morte”, pois enquanto estivermos vivos iremos errar e iremos recomeçar, porém criaremos aprendizados ao longo da vida que nos possibilitarão cometer erros diferentes, o que não podemos é nos abater com erros e sim criar nosso acervo de aprendizados.

Vimos, também, nas Olimpíadas de Tokio de 2020 a superação de obstáculos, superação de erros e construção de medalhas que jamais será esquecida em todos os jogos Olímpicos daqui para frente.

Pela primeira vez na história vimos o skate se tornar um esporte Olímpico, além disso vimos 3 adolescentes “brincarem” e ganharem suas medalhas: ouro, prata e bronze, mostrando ao mundo o pódio mais jovem da história.

E o mais legal disso tudo, a prata é nossa, a prata é da “Fadinha” Rayssa Leal!

Ela brincou, por isso conseguiu ganhar sua medalha, longe da pressão da sociedade em geral, ela fez o que ama fazer, com muita competência, qualidade e o mais importante com leveza, dançando e conquistando o mundo com seu sorriso e seu jeitinho humilde, uma criança que conquistou nossos corações.

E o que falar de Rebeca Andrade? Prova viva que a Inteligência Emocional e a Psicologia Positiva fizeram e fazem parte de toda sua trajetória. Menina humilde, criada por uma mãe solo e mais 7 irmãos, sofreu várias cirurgias no joelho e pensou em desistir várias vezes, porém uma rede de amigos, familiares e treinadores apoiaram sua jornada até se sagrar Campeã Olímpica!

Rebeca levou sua essência e seu Baile de Favela para o mundo, provou que é possível sonhar e que sua fé e sua mente são as responsáveis pelos excelentes resultados obtidos.

Como disse Rebeca, em uma de suas entrevistas após ter ganho o Ouro Olímpico no Salto na Ginástica Artística: “Eu sabia o que fazer, eu treinei muito, então deixei minha mente concentrada e fui me divertir”. E o resultado veio: “É ouro! É ouro!”, como disse Galvão Bueno.

E não estou falando de perfeição, pois Rebeca e Rayssa ganharam suas medalhas, cometendo erros, porém aprenderam, criaram aprendizados e encantaram o mundo!

É isso que precisamos em nossas relações humanas, mais leveza, menos pressão e buscando focar nos 95% em que somos bons, que fazemos com carinho e qualidade, assim deixamos os 5% em que não somos tão bons, de lado, pois focaremos no positivo.

Trabalhar e estudar muito, além de treinar incansavelmente, mostram que podemos nos divertir, pois sabemos o que fazer e quando fazer!

Eu convido você a cuidar da sua mente com muita Inteligência Emocional, buscando na Psicologia Positiva ser transcendente para levar uma vida mais leve, mais divertida e mais feliz, e como diria Gil do Vigor: “Regozije e Vigore”, ou seja, seja alegre, contentem-se com sua vida, porém viva ela intensamente, com muito vigor e mais potência!

Deixe os “haters” de fora da sua vida, além disso, não seja um “hater” da sua própria vida, ame ela a cada instante, pois você é um vencedor, vencedor da vida!

Busque na Psicologia Positiva elogiar-se mais, cuidar-se mais, amar-se mais, divertir-se mais, pois é a sua vida que importa. Seja um “lover” por natureza, seja gentil e carinhoso, focando sempre que podemos errar, mas esses erros serão degraus para uma vida maravilhosa e plena que temos pela frente.

A felicidade está na jornada e não no destino, por isso viva sua vida com mais amor, apreciando cada paisagem que passar no seu caminho, aproveite a vida e como diria Mahatma Gandhi: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”.

Muito obrigado por ter chegado até aqui comigo nesta jornada, meu desejo é que tenhamos mais “Fadinhas” e mais “Rebecas” em nosso meio, levando uma vida com mais leveza, mais diversão e mais amor, porém com muita intensidade de viver a vida!

Se você gostou desse texto, deixe seu comentário, compartilhe com seus amigos, com sua família e com a sociedade, para que possamos ter um mundo mais tranquilo e mais leve.

Até a próxima!

Redação por: Rodolfo Mazzola, sócio da Mazzola Contabilidade e Mazzola Soluções.; Graduação em Ciências da Computação e Ciências Contábeis pelo Unianchieta.
Revisão por: Cíntia Calixto, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, pela Faculdade Anhanguera de Jundiaí

Como anda a sua aposentadoria?

No texto de hoje vamos falar um pouco sobre a Previdência! Um assunto bem delicado, porém, nada que nós não possamos te ajudar entender. Fique à vontade e tenha uma ótima leitura…

Logo de início gostaria de fazer uma simples pergunta: “Você já vem se preparando/guardando dinheiro para a aposentadoria?”

“Ah Kethelyn, a empresa em que eu trabalho já desconta o INSS do meu Holerite, não preciso me preocupar com isso!”

Sim, eu sei disso. Mas e se eu te disser que isso não te dá garantia de uma aposentadoria com renda igual à que você contribui… você acredita?! Calma, não surte ainda!!

Para te explicar o porquê, vou te mostrar uns gráficos:

            Fonte: IBGE, acesso em 11/12/2020 – https://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/

O primeiro gráfico mostra como era a pirâmide etária do Brasil em 2010, na qual podemos observar que tínhamos menos idosos e mais jovens em nosso país.

A tendência é que, com o avanço da tecnologia, medicina e outros hábitos saudáveis, a expectativa de vida aumente cada vez mais. Como podemos observar na pirâmide etária de 2060 (se é que podemos de chamar de pirâmide!), teremos uma queda na natalidade no país versus um aumento considerável na expectativa de vida.

Isso impacta diretamente no sistema previdenciário do nosso país, porque teremos mais pessoas aposentadas do que pessoas trabalhando e contribuindo com o INSS. Por conta disso, a crença de que “o que vem descontado de INSS na folha de pagamento garante minha aposentadoria no futuro” é falha. Ao contrário do que muitos pensam, a sua contribuição de hoje apenas está pagando os beneficiários de hoje! Ou seja, sua aposentadoria de amanhã dependerá dos contribuintes de amanhã!

Lembrando que eu não estou querendo que você pare de contribuir com o INSS. Afinal, além da aposentadoria, você pode contar com diversos benefícios, como: Salário Maternidade, Auxílio Acidente, Pensão por Morte, Auxílio-Doença, Auxílio Reclusão, Salário Família, entre outros que podem ser consultados no site do próprio INSS: https://antigo.inss.gov.br/beneficios/.

O melhor a fazer no momento é se planejar para que você possa viver tranquilamente na melhor idade! Para te ajudar a entender, fizemos algumas simulações:

  1. Suponhamos que você tenha 25 anos, pretende se aposentar com 65 anos e ter R$ 800.000,00 em sua conta bancária:

• Aplicação que renda 1% a.m – sua aplicação mensal deverá ser de R$ 68,00;

• Aplicação que renda 0,5% a.m – sua aplicação mensal deverá ser de R$ 401,70.

2. Porém, se você tiver 45 anos:

• Aplicação que renda 1% a.m – sua aplicação mensal deverá ser de R$ 808,70;

• Aplicação que renda 0,5% a.m – sua aplicação mensal deverá ser de R$ 1.731,40.

            Em resumo, podemos notar duas questões importantes: “quanto maior forem seus rendimentos, melhor” e “quanto mais cedo começar, melhor”.

            Para obtermos melhores rendimentos, é necessário adquirir conhecimentos sobre investimentos e as diversas alternativas que temos disponíveis no mercado, bem como os riscos e retorno que eles proporcionam.

Por outro lado, toda a diferença também decorre do “custo do tempo”, ou seja, quanto mais você demora para iniciar, maiores deverão ser seus aportes mensais e vice-versa. Apesar disso, nunca se esqueça que o melhor momento sempre será o agora e que nunca será tarde para começar!

Se juntarmos essas duas premissas, teremos o início da fórmula para a independência financeira! E agora, eu te pergunto: “Está esperando o que para começar?!”

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Até o próximo post. ☺♥

Redação por: Kethelyn Siqueira, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Paulista.
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

O modelo híbrido de trabalho funciona?

Um dos maiores questionamentos do mundo atual em relação ao trabalho se dá sobre o funcionamento do modelo de trabalho híbrido. A par desta questão, eu afirmo com toda certeza de que sim, desde que se tenham alguns aspectos em prática no dia a dia da empresa como um bom gerenciamento, a preparação do ambiente de trabalho e principalmente o acordo entre a empresa e seus colaboradores.

Mas espera, como vou saber se meu colaborador está trabalhando mesmo estando longe, ou se ele está sabendo se organizar no trabalho à distância?”

Antes de dar dicas de como as empresas podem adotar esse método, vamos voltar um pouco e entender o que é um modelo híbrido de trabalho, né?

De forma bem simples, o trabalho híbrido é um modelo no qual se alternam, durante a semana, os dias em home office e os dias no escritório presenciais. Ao adotar essa medida, ela pode trazer algumas vantagens como a questão econômica para o escritório, podemos citar por exemplo, a necessidade de um espaço físico menor, resultando assim em um aluguel mais barato e a economia com gastos de energia, água, itens de higiene, materiais de escritório entre outros, por parte do colaborador destacamos a economia de tempo pois o mesmo não perde horas do seu dia, parado no trânsito, podendo ser mais produtivo e por aí vai…

Com essa pandemia que vivemos, empresas muito tradicionais jamais imaginariam que um dia se veriam obrigadas a adotar o modelo de home office para continuarem operacionais. Com isso, muitas delas perceberam que o trabalho remoto funciona, dando assim também mais flexibilidade para os seus colaboradores.

“Legal, já que vou economizar, então amanhã mandarei todos meus colaboradores para suas casas e vou adotar o modelo”. Bom, não é bem assim que funciona!

Para adotar um modelo híbrido, primeiramente você empregador precisa estudar um pouco a parte legislativa da coisa, como por exemplo as disposições relativas ao trabalho presencial e o teletrabalho (inseridos na Lei nº 13.467/2017). Sempre considerando os princípios de proteção ao trabalhador e vedação a alterações lesivas ao contrato de trabalho!

E é importante que todas as disposições sejam acordadas por escrito e que haja transparência quanto às condições de trabalho, acordando também o que esperar do empregado alocado para trabalhar em um modelo híbrido.

O ideal é que, caso você queira adotar essa metodologia de trabalho e não saiba por onde começar, entre em contato com a Mazzola e tire todas as suas dúvidas!

Sem mais delongas, agora eu vou dar algumas dicas de como preparar o ambiente da empresa para conseguir adotar o modelo híbrido de trabalho.

1) O uso de tecnologias

Sua empresa precisa estar preparada tecnologicamente para adotar esse modelo. Desde seus arquivos que precisam estar disponíveis para serem acessados de qualquer lugar até seus sistemas (ERP utilizado, sistema de ponto, e-mail utilizado etc.) precisam ser acessados via internet (nuvem), também é importante utilizar acesso VPN e tudo mais, mas fiquem atentos que essa parte técnica eu irei explicar em outra oportunidade!

É de extrema importância essa primeira dica estar 100% funcional, pois caso tenha falhas ou sistemas engessados, pode acarretar perca de performance por parte dos colaboradores, perdendo prazos e talvez prejuízos financeiros;

2) A Cultura dos colaboradores

Muitos colaboradores hoje em dia não imaginavam essa oportunidade de trabalhar na empresa e em casa. É interessante atentar-se que a cultura dos colaboradores é um dos pilares mais importantes da atual realidade que vivemos.

Então, avaliar se estão preparados, dar treinamento de como funciona o modelo híbrido, é indispensável para uma boa performance, mas também é indispensável explicar os cuidados ao manusear arquivos, sejam nas máquinas, ou até os colaboradores que precisam levar documentos físicos para casa, é importante deixar tudo em um local seguro porque mesmo estando em casa ainda são documentos da empresa. Aplicar um treinamento de boas práticas do home office é bem vantajoso;

3) Saúde física e mental

Com toda essa reviravolta que vivemos, as empresas tiveram um trabalho árduo para cuidar de seus colaboradores mesmo estando longe, prezando pela saúde física e mental das pessoas. Então, o ideal a se colocar em prática é que os gestores sempre estejam trabalhando e analisando de perto seus colaboradores, como por exemplo, lembrando-os que estar em casa também pode ser vantajoso e possível de cumprir suas metas diárias, que mesmo não estando na empresa, ainda estão trabalhando normalmente.

Outro ponto, é ter canais de comunicação entre as equipes e seu gestor, incentivar os colaboradores a fazerem exercícios físicos ou alongamentos estando em casa também é importante, pois querendo ou não, as pessoas se movimentam mais indo para a empresa ou estando nela do que quando estão em casa

4) Revezamento de equipes presenciais

Uma alternativa que pode ajudar muito em termos de redução do número de pessoas no mesmo espaço, é o revezamento dos colaboradores na empresa, pois ainda estamos em um período de pandemia.

Parece ser simples, mas essa alternativa pode ajudar muito na redução de excesso de trânsito e atrasos. Faça escalas, combine com a equipe quem irá na empresa e quem trabalhará de casa na semana.

5) Controle de metas através de softwares

Como saber se seu colaborador, estando na empresa ou em casa está entregando o que lhe foi pedido se não tiver um bom controle de metas? Pois bem, optar por softwares de gerenciamento de projetos e metas pode ser um grande aliado para o modelo híbrido, isso faz com que seus colaboradores não fiquem afastados ou perdidos e que você, gestor da empresa pode controlar o que está sendo entregue. Dois softwares que eu indico e que são de fácil manuseio são: Trello e o Monday.com. 

6) Equipamentos

A empresa pode optar por duas opções: Disponibilizar equipamentos para seus colaboradores como notebooks, celulares, ou pedirem para que os colaboradores utilizarem seus próprios equipamentos através do método BYOD (Bring Your Own Device, ou em português “traga seu próprio dispositivo”).

Essa política já adotada por muitas empresas descreve a oportunidade de o colaborador utilizar seu próprio equipamento para trabalho. Isso pode trazer maior comodidade para eles, pois utilizarão equipamentos com os quais já tem intimidade e facilidade de utilizar.

Mas vale ressaltar que essa política tem desvantagens como falta de segurança, a necessidade de aumento da infraestrutura do equipamento, falta de separação entre vida pessoal e profissional, e a desigualdade entre os colaboradores. Entretanto, tudo isso pode ser acordado entre as partes através de planejamentos e um acordo por escrito, uma vez que modelo híbrido faz com que os colaboradores precisem retirar equipamentos de dentro da empresa e deslocá-los para suas casas.

Por fim, criar um modelo híbrido de trabalho parece sem uma tarefa impossível, mas não é. Precisam ser feitos ações conjuntas para conseguir colocá-lo em prática de forma eficiente, ao menos um planejamento, reuniões entre Diretoria e TI para que sejam colocados os pontos positivos e negativos, conversar com os  seus colaboradores sobre a aplicação desse modelo, extrair deles se existe um ambiente apropriado onde possam trabalhar remotamente, fazer acompanhamento semanal ou mensal com eles através de pesquisas de como está sendo o modelo de trabalho, tudo isso influencia muito no desempenho.

Existem muito mais dicas de como adotar o modelo híbrido de trabalho, mas as que mencionei acima foram suficientes para nós da Mazzola Contabilidade colocarmos em prática.

Ah, e caso queira tirar dúvidas de como implementamos ou esteja optando por implementar na sua empresa, entre em contato conosco. Será um prazer em poder auxiliá-lo!

Até mais!

Redação por: Rodrigo Leonardi, processo TI da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo UniAnchieta.
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí.

Como elaborar um plano de ação utilizando a ferramenta 5W2H

Você sabe o que é um Plano de Ação e qual a importância dele? Sabe como montar um e aplicar dentro da sua empresa? Se a sua resposta for NÃO, ou você até sabe, mas quer se aprofundar mais no assunto, então este artigo é para VOCÊ!

O Plano de Ação nada mais é do que uma ferramenta de gestão empresarial, que se baseia em uma metodologia que define metas e objetivos, divide as atividades a serem realizadas, estabelece os responsáveis por cada etapa e faz o acompanhamento do andamento de um projeto, visando atingir um resultado almejado.

Essa ferramenta é fundamental para garantir o sucesso e eficácia de um projeto, através do planejamento e elaboração das etapas de iniciação, planejamento, execução, monitoramento e encerramento.

Quando o Plano de Ação não é realizado, pode gerar alguns problemas, como desgaste da equipe, sobrecarga, atraso na entrega de produtos/serviços, gastos desnecessários, retrabalho, entre outros.

Existem diversas metodologias e ferramentas para se criar um Plano de Ação. No artigo de hoje iremos falar sobre a ferramenta 5W2H.

Essa ferramenta é baseada em uma metodologia que consiste em 7 perguntas essenciais para ajudar a elaborar um Plano de Ação. As respostas destes questionamentos serão como um guia para ajudar a desenvolver o projeto, de forma mais organizada, clara e assertiva.

A sigla 5W2H refere-se a 7 palavras em inglês, sendo elas:

  • What (o quê): O que será feito? Aqui é definido qual é o projeto, quais os objetivos e as metas a serem alcançadas;
  • Why (por quê): Por que está sendo feito? Nesta etapa é determinada a razão da existência do projeto, a sua importância, e se ele irá solucionar algum problema ou melhorar algo;
  • Where (onde): Onde será feito? É estabelecido o local onde será feito, se será em algum departamento ou setor específico;
  • When (quando): Quando será feito? Nesta etapa é elaborado o cronograma detalhado com prazos;
  • Who (quem): Quem será o responsável por fazer? Nesta fase é determinada a equipe que irá ajudar na execução do projeto. É importante especificar detalhadamente o que cada pessoa irá ficar responsável por fazer;
  • How (como): Como será feito? É a etapa responsável por definir os critérios, estratégias e metodologias que serão usadas para atingir o objetivo;
  • How Much (quanto): Quanto irá custar? Por último, mas não menos importante, é necessário estipular qual será a despesa total para cumprir todas as atividades planejadas.

Agora que você já conhece bem todas as etapas da ferramenta 5W2H, separamos algumas vantagens que se têm ao realizar este tipo de Plano de Ação. Confira abaixo:

  • Pode ser utilizada por todos os portes de empresas;
  • Promove a melhoria contínua;
  • Melhora a organização e planejamento;
  • Proporciona a otimização do tempo;
  • Conduz à economia de recursos;
  • Gera aumento da produtividade.

E então, vamos colocar em prática?

Você deve estar se perguntando: “OK, mas como faço para aplicar esta ferramenta?”

Para colocar em prática, você precisa criar um documento que contenha todas as perguntas e espaço para as respostas, de forma que tudo seja bem detalhado. Isso pode ser feito em uma planilha, dividindo em 2 colunas, sendo a primeira para as perguntas e a segunda para as respostas. Também pode ser utilizada alguma outra ferramenta de gestão, tal como o Trello.

Para concluir, o Plano de Ação no modelo 5W2H pode ser aplicado em diversas situações, e até mesmo em diversas áreas da vida, ou seja, não apenas na vida profissional, mas também na vida pessoal.

Lembrando que não importa o porte da sua empresa, ou o tamanho do projeto a ser executado. Ao criar este tipo de Plano de Ação, irá assegurar que você atinja o seu objetivo com o melhor resultado possível. Aplique a ferramenta 5W2H dentro da 5W255na sua empresa e você irá perceber que fará uma enorme diferença!

Ficou com alguma dúvida ou precisa de ajuda para elaborar um Plano de Ação na sua empresa? Nós podemos ajudar!

Entre em contato conosco pelo número (11) 96633-4295 ou envie um e-mail para contato@mazzolanet.com.br .

Temos uma equipe especializada em gestão empresarial e planejamento estratégico. Teremos o maior prazer em ajudar!

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Redação por: Gisele Rossani, processo Comercial e Marketing da Mazzola Contabilidade. Graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UNIP de Jundiaí.
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

Valuation: Por que é tão importante saber o valor da sua empresa

Você já parou para pensar o quão importante é saber o valor da sua empresa? E para que saber o valor dela no mercado?

Hoje quero falar com você sobre Valuation e sua importância na gestão dos negócios.

Antes de falar do mundo empresarial, vamos pensar antes em imóveis, que é um exemplo mais clássico e fácil de entender, pois quando compramos um terreno e construímos uma casa, investimos muito tempo e dinheiro para planejá-la de forma que haja lucro numa eventual venda futura, por isso gerenciamos este imóvel com todo cuidado e carinho.

Vamos pensar no mundo dos negócios: Quando criamos uma empresa, temos o objetivo comercial, dela ser rentável para que seu valor no mercado seja compensador para o empresário que queira vendê-la futuramente e para o comprador que irá investir dinheiro para ter retorno o mais rápido possível.

Todo empresário precisa ter em mente que uma empresa pode ser vendida a qualquer momento, por isso apego emocional por ela só trará decisões equivocadas, assim ter uma empresa é ter um investimento e ele poder ser de curto e a longo prazo, tudo dependente da opção do empresário, o que importa é ter uma empresa vencedora.

Podemos também pensar que cuidar bem de uma empresa é como cuidar de uma árvore frutífera: todo dia precisa ser monitorada, regada e adubada, para que dê frutos, além disso esses frutos precisam ser constantes e saborosos.

Como você está cuidando da sua empresa? Já pensou nisso?

Falei tudo isso na introdução deste artigo, pois o valor do lucro operacional da empresa é o que impacta fortemente no Valuation dela, ou seja, na sua valorização no mercado.

Porém, muitos empresários usam o “achismo” para mensurar o valor de uma empresa, analisam o quanto ela possui de bens e somam ao valor do faturamento multiplicado por 12 para saber o valor de mercado dela.

Infelizmente, esse cálculo não representa a veracidade do valor de uma empresa e é por isso que a Mazzola Soluções decidiu investir neste mercado, criando uma consultoria especializada para definir o valor de uma empresa, o famoso Valuation.

Usamos a metodologia do Fluxo de Caixa Descontado, que representa uma melhor fidelidade à realidade da empresa, sendo possível mensurar o valor verdadeiro dela.

Essa metodologia consiste em analisar o passado da empresa, verificando qual foi o valor médio do lucro operacional dela, projetando, conforme pesquisas de mercado, qual seria esse lucro daqui 5 anos.

Além disso avaliamos os potenciais riscos do negócio, o risco país e possíveis contingências que poderão impactar no rumo da empresa.

Avaliamos o valor dos bens a depreciação de mercado, somando-o ao valor final da empresa, criando 3 possíveis cenários para ela: Pessimista, Realista e Otimista.

A conclusão final verifica a situação que vive o país para opinar qual o melhor cenário que a empresa se encaixa, chegando assim com exatidão do Valuation dela.

Essa metodologia é amplamente usada por muitas consultorias no país, assim nossos estudos apontaram maior credibilidade para uso e mensuração do valor da empresa.

É imprescindível que o empresário tenha em mente que as empresas foram feitas para vencer e cuidar da sua gestão é parte essencial do compromisso que se deve ter com ela.

Para se aprofundar no assunto de como gerenciar melhor uma empresa sugiro a leitura do livro “EMPRESAS FEITAS PARA VENCER”, de Jim Collins. Leitura essencial para quem quer transformar sua empresa em sucesso.

E fique ligado, pois a Mazzola está preparando algo especial para ajudar você empreendedor na gestão do seu negócio com o curso “CRIANDO EMPRESAS DE SUCESSO”.

Mas se você precisa saber o valor da sua empresa, a Mazzola Soluções está preparada para te ajudar e para isso entre em contato conosco pelo e-mail rodolfo@mazzolanet.com.br ou pelo telefone (11) 97073-9090.

Se curtiu este artigo, comenta e compartilha, sua opinião é muito importante para nós e ajudará muito nossa equipe a criar conteúdo de valor para você!

Obrigado e até a próxima!

Redação por: Rodolfo Mazzola, sócio da Mazzola Contabilidade e Mazzola Soluções.; Graduação em Ciências da Computação e Ciências Contábeis pelo Unianchieta.
Revisão por: Cíntia Calixto, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, pela Faculdade Anhanguera de Jundiaí

BPO Financeiro: As vantagens de terceirizar o departamento financeiro da sua empresa

No texto de hoje iremos abordar um tema interessante que é a terceirização do Departamento Financeiro.

Inicialmente vamos conceituar dois termos: Terceirização e Departamento Financeiro.

Terceirização é o ato de delegar as atividades relacionadas a uma área a outrem que no nosso caso é o Departamento Financeiro.

Departamento Financeiro tem como objetivo cuidar das finanças da empresa, através de controles das Receitas, Custos e Despesas ocorridas num período. Mantendo o bom funcionamento da empresa e sua relação com Clientes, Fornecedores, Colaboradores e Governo. Desta forma a organização mantem equilibrada sua situação financeira e lhe permite honrar em dia com todos seus compromissos.

Além do que foi citado anteriormente, o Departamento Financeiro é responsável em apresentar indicadores de desempenho para que os gestores da empresa possam tomar suas decisões com mais segurança e transparência.

A Terceirização do Departamento Financeiro da empresa permitirá ao Gestor da empresa mais tempo para focar no core business do seu negócio, como Compras, Vendas, RH, atendimento ao cliente, entre outras atividades, além reduzir custos com salários e encargos sociais.

Segundo estudo realizado no ano de 2016 pela empresa Deloitte em sua publicação Global Outsourcing Survey, 1/3 dos entrevistados já utilizam da terceirização do Departamento Financeiro com sucesso e demonstram que a maior razão é a redução de custos, aumento do foco no core business e solução de problemas de capacidade. Fonte Conta Azul.

Para finalizar, vamos falar um pouco sobre BPO Financeiro, termo muito divulgado na mídia nos últimos tempos.

BPO é uma sigla em inglês que quer dizer Business Process Outsourcing, ou seja, terceirizar a gestão de um determinado processo dentro da empresa, logo BPO Financeiro é quando você contrata uma organização especializada para cuidar do seu Processo Financeiro.

A Mazzola Soluções é um exemplo e está preparada para cuidar do seu BPO Financeiro, lá você terá o controle do suas contas a receber e a pagar, conciliação bancária minuciosa, indicadores de desempenho do processo e relatórios gerenciais para a tomada de decisões.

Hoje, prestamos este serviço para vários clientes, então venha para o mundo das Soluções e surpreenda-se!

Caso tenha interesse em conhecer mais sobre o tema, estamos disponíveis para um bate-papo sobre o assunto.   

Esperamos que este post tenha ajudado você a refletir sobre o tema.

Deixe aqui nos comentários alguma questão ou sugestão que poderemos utilizar para trocar novas experiências.

Redação por: Leonardo Mazzola, Contador, Advogado, Consultor Empresarial e Professor Universitário. Graduado pela Unianchieta em Contabilidade e Direito, e Pós-graduado em Contabilidade, Controladoria e Auditoria pela PUC-Campinas. Possui em seu currículo, treinamentos internacionais: Disney institute, Florida Christian University em Orlando, Stanford University na Califórnia, MIT Management em Boston e McGill Executive Institute em Montreal. Sócio-diretor das empresas Mazzola Contabilidade e Mazzola Soluções.
Revisão por: Daiane Alegro Guido, processo Financeiro da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Anhanguera, e Pós Graduação em Controladoria e Finanças pelo SENAC.

Diagnóstico Organizacional – O que é e por que devo fazer?

Uma organização empresarial, assim como o nosso corpo, pode ser entendida como um sistema de relações entre os diversos órgãos, setores, instâncias, departamentos e indivíduos que nela cumprem atividades isoladas ou coletivas, mas que, de qualquer maneira, têm impacto sobre todo o sistema.

Da mesma forma que ocorre conosco quando estamos doentes, também ocorre com as organizações empresariais: percebemos os sintomas do problema, mas raramente descobrimos a causa sem a ajuda de um especialista – no caso do indivíduo, um médico ou outro profissional da saúde e, no caso das empresas, um consultor especializado.

Um erro comum que a grande maioria dos empresários e gestores cometem é atribuir as causas dos problemas a fatores externos, tais como: crises econômicas, clientes infiéis, concorrentes desleais, empregados preguiçosos, porque está chovendo, porque está fazendo sol, porque o Corinthians perdeu, porque o Palmeiras não tem mundial, etc.

Brincadeiras à parte, todos nós sabemos que muitos fatores externos, como crises econômicas, má gestão pública, crises políticas e institucionais, têm enorme impacto negativo nos negócios e na sociedade, mas não é sensato atribuir a eles todos os problemas que enfrentamos no trabalho e nos negócios.

Fatores externos, como os citados acima, não estão diretamente sob o nosso controle, podemos e devemos lutar para que as coisas melhorem, exercendo nosso papel de cidadãos e nos organizando enquanto sociedade civil.

Contudo, o que realmente cabe e está diretamente sob o controle do empresário e gestor, é cuidar da própria casa, da saúde de sua organização. Para isso, é preciso perceber não apenas os sintomas, mas, acima de tudo, encontrar e solucionar as causas internas dos problemas, pois, assim como uma doença, elas corroem e destroem silenciosamente as estruturas organizacionais.

Já que estamos convencidos da importância de se fazer um bom diagnóstico organizacional para encontrar possíveis “doenças”, vamos a algumas dicas de quais são os principais exames a serem realizados.

CULTURA ORGANIZACIONAL

Cultura organizacional é o conjunto de crenças, valores, hábitos, comportamentos e políticas que definem como a organização conduz suas ações e negócios, e como esta organização se relaciona com as partes interessadas (clientes, fornecedores, sócios, colaboradores, sociedade civil etc.).

A seguir, algumas perguntas que ajudam no diagnóstico:

– Nossa cultura organizacional foi pensada e construída de forma consciente pelos fundadores, sócios e suas lideranças?

– Essa cultura é apropriada para o negócio da empresa e está adequada à cultura regional de seus clientes, fornecedores, colaboradores etc.?

– Os princípios dessa cultura estão bem mapeados e descritos em documentos internos da organização (Missão, Visão, Valores, Políticas Internas, Regulamentos etc.)?

– Como é comunicada e disseminada essa cultura para os colaboradores?

CLIMA ORGANIZACIONAL

Clima organizacional é a qualidade do ambiente de trabalho, e aqui estamos falando nos relacionamentos entre as pessoas (sócios, gestores, equipes etc.), e no engajamento das pessoas com as ações da empresa, a aderência à cultura organizacional, e como as pessoas se sentem em relação aos diversos fatores envolvidos nas relações de trabalho (salários, benefícios, incentivos, segurança, treinamento e desenvolvimento, autonomia de trabalho etc.).

Para este diagnóstico, é fundamental a elaboração de um questionário e a escuta imparcial de um especialista de todas as pessoas que trabalham na empresa, independentemente do cargo!

PROCESSOS

Processo é o caminho percorrido para que determinada atividade seja entregue com excelência ao cliente final. É fundamental que os processos de uma empresa estejam mapeados, registrados e comunicados a todos os envolvidos. Além disso, é essencial atribuir os responsáveis para cada ação, seus prazos, e como cada ação se comunica com outras ações para formar um sistema dinâmico e efetivo.

Aqui, algumas perguntas que auxiliam no diagnóstico:

– Os processos de nossa empresa estão mapeados de forma detalhada?

– As pessoas sabem com clareza quais são suas funções e responsabilidades?

– Os diversos setores ou departamentos se comunicam de forma assertiva com os demais?

– As atividades realizadas são constantemente analisadas criticamente, de modo que se possam encontrar maneiras de melhorá-las?

SATISFAÇÃO DE CLIENTES

A satisfação de clientes é um importante e poderoso diagnóstico sobre a saúde comercial de uma empresa. É através dela que uma organização consegue identificar problemas internos que possam estar comprometendo o presente e o futuro dos negócios. Ter um bom sistema de pesquisas de satisfação e um canal de atendimento às reclamações são medidas inteligentes para garantir a melhoria dos processos, produtos, serviços e ampliar as chances de fidelização de clientes.

Para este diagnóstico, é importante contar com o conhecimento e a experiência de um profissional de marketing, que saberá elaborar um questionário que atenda às necessidades da empresa e engaje seus clientes no processo de pesquisa.

SAÚDE FINANCEIRA

A saúde financeira talvez seja o mais comum, porém, o mais negligenciado diagnóstico organizacional. Isso porque ele só é realizado – e geralmente mal realizado – quando as coisas já estão muito mal e o sintoma da falta de dinheiro já não pode mais ser ignorado.

Para um bom diagnóstico financeiro, é crucial contar com a ajuda de um profissional da área contábil/financeira, pois são muitos os aspectos que devem ser analisados, desde o fluxo de caixa, que é algo relativamente simples, até a formação correta dos custos e dos preços praticados.

Estes são os principais aspectos a serem avaliados em um diagnóstico organizacional, mas existem outros, porque, assim como o corpo humano, uma empresa, por menor que seja, é sempre mais complexa do que parece, e as causas dos problemas, assim como as oportunidades de sucesso, muitas vezes estão onde menos imaginamos.

Ficou com alguma dúvida ou precisa de ajuda para fazer o diagnóstico organizacional da sua empresa? Nós da Mazzola Soluções podemos ajudá-lo!

Entre em contato conosco através do número (11) 96633-4295 ou envie um e-mail para contato@mazzolanet.com.br.

Temos uma equipe especializada em gestão empresarial. Teremos o maior prazer em ajudar!

Deixe seu comentário, nos conte como está a saúde da sua empresa, quais sintomas você tem percebido, compartilhe suas experiências e dúvidas. Teremos enorme satisfação em ajudá-lo a encontrar soluções para o seu negócio!

Redação por: Rodrigo César Rondini, Coach e Analista Comportamental, com formação “Master” pela Sociedade Latino-Americana de Coaching; Tecnólogo em Processos Gerenciais, com formação pela FGV – Fundação Getúlio Vargas; Contabilista, Consultor e sócio-diretor da Mazzola Contabilidade Assessoria Empresarial
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados: O que é e o que muda com ela?

Você sabia que as empresas e órgãos públicos já podem ser multados se infringirem a LGPD? As penalidades começam neste mês de Agosto de 2021, e vão desde advertências até pagamentos iguais a 2% do faturamento, no limite de R$ 50 milhões.

Mas, calma! Pisa no freio aí!

Você sabe o significado da sigla LGPD? Não sabe ainda? Então continue lendo este texto que vamos explicar tudo.

LGPD é a sigla para “Lei Geral de Proteção de Dados” (Lei nº 13.709 de 14 de Agosto de 2018). Ela tem como objetivo proteger e assegurar o direito à privacidade e à proteção de dados e informações pessoais dos usuários.


Ela engloba pessoas físicas e jurídicas, de domínio público ou privado, realizando a coleta e tratamento de dados em todo o território nacional, com o objetivo de fornecer bens e serviços. Mas hoje, vamos abordar um pouco sobre a proteção do usuário final, ou seja, você e eu:

A LGPD já está em vigor há algum tempo, porém nem todos sabem exatamente o que ela significa e como transformou o dia a dia das empresas. Como usuários, temos garantias de que nossos dados DEVEM ser tratados apenas da maneira como concordamos, tanto no processamento, transferência como no tratamento dos mesmos.

De maneira geral, funciona como uma defesa dos dados do consumidor no meio virtual, prevendo multas e atribuição de responsabilidades para as empresas que violarem qualquer um dos termos contidos na Legislação. Inclusive na hipótese de um ataque hacker, a empresa responsável pelo armazenamento dos dados deverá prestar contas.

Como usuários finais, devemos exigir das empresas que armazenam nossas informações as seguintes ações:

  • Confirmação da existência de dados;
  • Acesso aos dados vinculados ao nosso cadastro;
  • Correção de dados pessoais;
  • Eliminação de dados excessivos;
  • Portabilidade para envio de dados a prestadores de serviço do mesmo segmento;
  • Eliminação geral de informações (exceto em demandas legais);
  • Informações sobre compartilhamento de dados com outras plataformas, públicas ou privadas;
  • Revogação do consentimento dos termos;
  • Informação sobre o que acontecerá caso não concorde com os termos propostos;
  • Direito à reclamação contra o controle de dados junto à autoridade nacional e oposição ao tratamento concedido às suas informações.

A ideia é que as empresas utilizem apenas os dados necessários para a finalidade do seu segmento, tanto em setores privados ou públicos, quanto em ambientes online ou offline.

Um exemplo simples de violação da LGPD é uma empresa de eletrodomésticos armazenar informações sobre o tamanho das suas vestimentas ou sobre quantas portas há em sua casa. Isso pode até parecer uma prática inofensiva, porém com mais algumas informações já será possível elaborar um perfil que poderá ser utilizado tanto para objetivos próprios quanto para venda e compartilhamento com terceiros.

E uma experiência mais habitual para o cidadão comum é colocar o número de telefone em um atendimento ou sistema e, algum tempo depois, começar a receber ligações e notificações de serviços que não têm nenhuma relação com aquilo que foi buscado inicialmente. Muitas empresas (às vezes pertencentes a um mesmo grupo), compartilham essas informações para gerar um fluxo de contato maior e ampliar as possiblidades de lucro.

A LGPD vem para ser o mediador entre usuários e sistemas, definindo as normas que as empresas deverão seguir ao elaborar seus sistemas e processos. Também irá garantir que, caso um usuário aceite termos de uso sem sentido, ou seja induzido a fornecer seus dados como no exemplo que citamos acima, poderá fazer uma denúncia na Justiça e pedir punição para os responsáveis pelo vazamento de seus dados.

Então, fique atento! Caso desconfie de irregularidades no tratamento de suas informações, recorra à LGPD e tome as providências cabíveis para proteger os seus direitos!

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Redação por: Cauã Crivellaro, processo TI da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela FATEC de Jundiaí.
Redação por: Rodrigo Leonardi, processo TI da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo UniAnchieta.
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo.

CAPITAL DE GIRO – O que é e como gerir?

Ao começar o seu negócio, muitos empresários ficam bastante preocupados com todo o processo burocrático em que envolve a abertura de uma empresa, como a formalização e a aquisição de equipamentos. Porém, o que muitos acabam esquecendo é de dar a devida importância ao CAPITAL DE GIRO, que muitas vezes é deixado de lado pela falta de conhecimento sobre tema, o que ele é e seus benefícios para o seu negócio.

Mas fique tranquilo(a)!

Hoje, vamos esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto, fique comigo!

CAPITAL DE GIRO, O QUE É?

O capital de giro nada mais é do que a reserva necessária para a manutenção de uma empresa e a garantia de continuidade dela.

O capital de giro é caracterizado como um ativo circulante e não se concentra apenas no caixa, mas também em forma de investimentos de alta liquidez (que podem ser resgatados a qualquer momento), em contas bancárias ou em qualquer outro meio que possa ser facilmente resgatado, a fim de garantir o cumprimento das obrigações de uma empresa, que dentre elas estão:

  • Salários;
  • Impostos;
  • Internet, energia e água;
  • Compra de estoque;
  • Aluguéis.

A empresa também pode possuir outros recursos, como por exemplo: veículos, máquinas e imóveis. Porém, estes não são considerados ativos que possam ser utilizados de forma imediata para custear as operações, pois é necessário tempo para transformá-los em recursos.

QUAL A IMPORTÂNCIA?

Controle das finanças: 

O capital de giro pode e deve auxiliar no controle financeiro do seu negócio. Com ele, é possível analisar as contas a pagar ou receber, além de que, o empresário em que mantém a organização de suas contas consegue enxergar a empresa como um todo, inclusive suas principais necessidades e oportunidades.

  1. Análise e alerta de riscos para o seu negócio:

Outro ponto muito importante sobre o capital de giro é a possibilidade que ele te dá para analisar e consequentemente sinalizar os riscos financeiros da sua empresa. Além disso, também é possível pensar e desenvolver estratégias por meio de uma análise geral dos seus resultados.

  • Segurança:

Antes de qualquer coisa, o capital de giro trará SEGURANÇA para o seu negócio. Em casos de imprevistos, ou até mesmo situações tão inusitadas como a da pandemia que estamos vivendo, é a sua reserva que vai assegurar as atividades da empresa. Aderir ao capital de giro é fundamental para a saúde financeira da sua empresa.

Além desses pontos importantes, também podemos citar: o capital permite que você tenha conhecimento sobre o melhor momento e prazo para realizar suas compras; ajuda a manter as contas do ativo e passivo em equilíbrio e permite também que você possa criar riquezas na sua empresa de longo prazo.

Agora que sabemos o que é e qual a importância do capital de giro, você pode estar se perguntando: Mas quanto é preciso para tê-lo?

COMO CALCULAR O CAPITAL DE GIRO NECESSÁRIO:

Antes de começar qualquer cálculo, é necessário que você faça o levantamento de algumas informações. Você precisará ter as informações em mãos de quanto a sua empresa possui nas seguintes contas:

ü Contas do caixa e banco (aplicações financeiras também);

ü Contas a receber (pois elas são o resultado das vendas a prazo);

ü Valor do estoque;

Para o cálculo do capital de giro, existe uma fórmula simples, sugerida pelo SEBRAE, que pode ser utilizada para qualquer tipo de negócio:

Fórmula do capital de giro líquido:

CGL = AC – PC

Sendo: 

CGL: Capital de giro líquido.

AC: Ativo circulante (caixa, bancos, aplicações financeiras, contas a receber etc.)

PC: Passivo circulante (fornecedores, contas a pagar, empréstimos etc.)

Vamos fazer uma simulação com números?

AC = Dinheiro + Estoque + Contas a receber: R$ 160.000

PC = Empréstimos a curto prazo + Passivos acumulados + Contas a pagar: R$ 85.000,00

CGL = AC – PC 

CGL = 160.000 – 85.000 

CGL = R$ 75.000

Esse valor demonstrado seria o mínimo necessário, sendo o ideal multiplicar o seu resultado por 6, visando uma segurança por maior tempo. Na pandemia, foi possível sentir na pele a falta que faz um capital de giro para dar suporte necessário nos momentos de crise.

Por isso, não negligencie esse ponto em que é tão importante para o sucesso do seu negócio. Planeje e tenha o seu capital de giro!

Aqui na Mazzola Contabilidade, orientamos muitos clientes que não possuíam controles sobre o seu capital de giro e hoje conseguem ter suas finanças controladas, tornando-os capazes de enfrentar crises com maior robustez, devido a expertise do nosso time sobre o tema. Nós possuímos serviços de gestão financeira para sua empresa, além disso, consultoria especializada para te auxiliar no planejamento estratégico de seu negócio.

Se tiver alguma dúvida ou interesse, entre em contato conosco e teremos o maior prazer em atender e ajudar a sua empresa.

Ficou mais alguma dúvida? Não a deixe passar, mande ela nos comentários!

Redação por: Juliana Marinho Farias, processo Fiscal da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis pela Estácio.
Revisão por: Gabriella Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Cursando Ensino Superior em Ciências Contábeis pela UNIP de Jundiaí.