A NR-1 de 2025 sob a Perspectiva Psicológica: Impactos na Saúde Mental e Bem-Estar dos Trabalhadores 

A NR-1 que estabelece a segurança e saúde no trabalho, foi revisada em 2025 com o objetivo de aprimorar as medidas preventivas no ambiente laboral. Embora a norma tenha um foco principal na segurança do colaborador, é impossível ignorar o impacto psicológico das condições de trabalho. 

No novo cenário proposto pela NR-1 (que entra em vigor a partir de maio de 2025 para todas as organizações que possuem funcionários registrados), as empresas são desafiadas a adotar uma abordagem mais integrada em relação à saúde e segurança dos trabalhadores, considerando não apenas os riscos físicos, mas também os psicológicos. Sendo assim, a principal mudança na norma é a inclusão obrigatória dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).  Aspectos como estresse ocupacional, a pressão psicológica e o esgotamento mental são questões que ganham visibilidade e, portanto, precisam ser identificadas, analisadas e avaliadas com maior cuidado. 

A Relação entre Ambiente de Trabalho e Saúde Mental 

O ambiente de trabalho exerce um papel crucial na saúde mental do trabalhador. A pressão constante por resultados, a cobrança de alta performance e a falta de reconhecimento podem gerar ambientes que contribuem para o surgimento de transtornos psicológicos, como ansiedade, depressão e burnout. A NR-1 de 2025, reconhece que a saúde mental é um fator determinante para o bem-estar geral do trabalhador. 

Um ambiente de trabalho mais organizado e estruturado, pode reduzir o estresse relacionado muitas vezes à sensação de risco e vulnerabilidade. Além disso, práticas como a implementação de programas de apoio psicológico e o estímulo a uma cultura organizacional de cuidado podem promover um ambiente mais saudável. 

O Papel da Psicologia Organizacional na NR-1 

A psicologia organizacional tem um papel importante na implementação das diretrizes da NR-1. Profissionais dessa área são fundamentais para identificar, avaliar e minimizar os impactos psicológicos que os trabalhadores podem sofrer devido às condições de trabalho. O apoio psicológico, a criação de estratégias para lidar com o estresse e a promoção do equilíbrio entre vida profissional e pessoal são medidas que podem ser incluídas nas práticas de segurança e saúde do trabalho. 

A revisão da NR-1 em 2025 representa um avanço significativo na compreensão de que a saúde do trabalhador não se resume apenas à segurança física, mas também inclui a saúde mental. A integração dessas duas dimensões contribui para um ambiente de trabalho mais seguro, saudável e produtivo. O olhar psicológico, ao ser incorporado nas políticas de saúde e segurança no trabalho, traz benefícios tanto para os colaboradores quanto para as empresas, promovendo bem-estar no ambiente corporativo. 

Com essa nova mudança na norma, sua empresa está preparada para se adequar e implantar novas práticas de gestão de riscos psicossociais? Comente aqui embaixo! 

Redação por: Anna Caroline de Moraes, processo RH da Mazzola Contabilidade. Graduação em Psicologia pelo Anchieta
Revisão por: Cíntia Calixto, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, pela Faculdade Anhanguera de Jundiaí e pós graduada em Gestão de Pessoas pelo SENAC.

Janeiro Branco: Qual a importância no ambiente corporativo?

Falar sobre o Janeiro Branco no ambiente corporativo é fundamental para promover a saúde mental e o bem-estar dos colaboradores. Em um cenário onde as demandas profissionais estão cada vez mais intensas e o estresse no trabalho é uma realidade para muitos, a abordagem do Janeiro Branco dentro das empresas se torna um passo importante para criar um ambiente mais saudável, acolhedor e produtivo. 

A saúde mental no trabalho tem sido um tema crescente, principalmente porque o estresse, a ansiedade, a sobrecarga de tarefas e a pressão por resultados podem afetar diretamente o desempenho e a qualidade de vida dos profissionais. Quando as organizações se abrem para falar sobre esses temas, criando espaços para o diálogo sobre saúde emocional, elas demonstram comprometimento com o bem-estar de seus colaboradores e contribuem para a construção de um ambiente mais humanizado e equilibrado. 

Benefícios de abordar o Janeiro Branco nas empresas: 

  1. Desmistificação do cuidado com a saúde mental: Em muitos ambientes corporativos, o tema da saúde mental ainda é tratado com preconceito ou ignorado. A campanha Janeiro Branco ajuda a quebrar esse estigma, encorajando os colaboradores a procurarem ajuda quando necessário, sem medo de julgamentos ou discriminação. 
  1. Redução do absenteísmo e aumento da produtividade: Colaboradores que não têm apoio para lidar com questões emocionais podem desenvolver problemas mais sérios, como burnout, depressão e ansiedade, que impactam diretamente sua produtividade e motivação. Investir na saúde mental pode reduzir esses problemas e melhorar o desempenho geral da equipe. 
  1. Promoção de um ambiente de trabalho saudável: Empresas que promovem a saúde mental criam uma cultura de cuidado e empatia, onde os colaboradores se sentem mais valorizados e apoiados. Isso pode melhorar o clima organizacional, aumentar o engajamento e fortalecer o relacionamento entre os membros da equipe. 
  1. Prevenção de doenças psicológicas: Assim como na saúde física, a prevenção é um aspecto essencial no cuidado da saúde mental. O Janeiro Branco pode ser uma oportunidade para as empresas implementarem práticas preventivas, como programas de mindfulness, workshops sobre gestão de estresse e terapia corporativa, evitando que problemas psicológicos mais graves se desenvolvam. 
  1. Apoio à liderança: O Janeiro Branco também pode ser uma oportunidade para treinar líderes e gestores a reconhecerem sinais de sofrimento emocional em suas equipes e como lidar com esses desafios de forma empática e eficaz. Líderes bem preparados para apoiar seus colaboradores em questões emocionais geram um ambiente de trabalho mais coeso e produtivo. 

Como implementar o Janeiro Branco no ambiente corporativo: 

  • Realização de palestras e workshops: Convidar profissionais da área de psicologia e saúde mental para falar sobre temas como estresse, burnout, ansiedade e depressão. Isso ajuda a educar os colaboradores e cria um espaço para que eles compartilhem suas preocupações. 
  • Promoção de programas de apoio psicológico: Oferecer acesso a terapia, serviços de psicólogos ou coaching psicológico para os colaboradores, criando canais seguros para que eles possam buscar ajuda quando necessário. 
  • Campanhas internas de conscientização: Utilizar comunicados, cartazes e e-mails para divulgar a importância do autocuidado mental e como os colaboradores podem acessar recursos de apoio. 
  • Ações de acolhimento e escuta ativa: Criar espaços dentro da empresa para que os colaboradores possam conversar sobre seus sentimentos, sejam com gestores ou com colegas de trabalho, incentivando o apoio mútuo e a empatia. 

Em suma, integrar o Janeiro Branco no ambiente corporativo não é apenas uma ação pontual, mas um passo em direção à construção de uma cultura organizacional mais saudável e consciente das necessidades emocionais de seus colaboradores. O investimento na saúde mental no trabalho traz benefícios significativos tanto para os colaboradores quanto para a empresa, criando um ambiente mais produtivo, motivado e equilibrado. 

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Redação por: Anna Caroline de Moraes, processo RH da Mazzola Contabilidade. Graduação em Psicologia pelo Anchieta
Revisão por: Kamilly Barbosa, processo Fiscal da Mazzola Contabilidade. Técnico em Administração pela Escolas Padre Anchieta.

Inteligência Comportamental – O Poder da Emoção nas Organizações

  No dinâmico ambiente corporativo contemporâneo, o conceito de inteligência vai além do intelectual e abrange muito mais as interações humanas. A inteligência comportamental é uma ferramenta crucial para líderes e colaboradores, moldando não apenas o desempenho individual, mas também o sucesso coletivo das organizações. 

     A essência da inteligência comportamental está na habilidade de compreender e gerenciar emoções, tanto as próprias quanto as dos outros, de forma a promover um ambiente de trabalho mais colaborativo, produtivo e empático. Compreendendo isso, é possível associar que decisões e interações no ambiente corporativo são profundamente influenciadas por fatores emocionais. 

     Os líderes que possuem inteligência comportamental possuem uma capacidade ímpar de liderar equipes através da inspiração e da empatia. Eles são hábeis em reconhecer os diferentes estilos de comunicação e necessidades emocionais dos colaboradores, promovendo um clima organizacional que valoriza a diversidade de pensamento e a resolução construtiva de conflitos. 

      Além disso, a inteligência comportamental também desempenha um papel crucial na construção de relações interpessoais sólidas e duradouras. Colaboradores que desenvolvem esta competência são capazes de se comunicar de forma mais eficaz, construir redes de apoio dentro da empresa e lidar com situações adversas de maneira resiliente. 

     No entanto, cultivar a inteligência comportamental não é tarefa simples. Requer autopercepção e autoconhecimento, para entender como as próprias emoções influenciam o desempenho e as relações no trabalho, além de um constante desenvolvimento da habilidade de se colocar no lugar do outro. Treinamentos e programas de desenvolvimento pessoal são fundamentais para capacitar os indivíduos a aprimorarem suas competências emocionais e aplicá-las de forma estratégica no contexto corporativo. 

      A inteligência comportamental, portanto, não é apenas um diferencial, mas uma necessidade urgente no mundo empresarial atual. Organizações que valorizam e incentivam o desenvolvimento desta competência estão não apenas investindo no bem-estar de seus colaboradores, mas também na construção de uma cultura empresarial mais inclusiva, inovadora e adaptável às demandas do mercado globalizado. 

     Portanto, ao abraçar a inteligência comportamental, as empresas não só ampliam suas capacidades de liderança e colaboração, mas também se posicionam de maneira mais sólida para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades do futuro. 

     Na Mazzola nós temos um programa de treinamento para a equipe, envolvendo não só temas técnicos, mas também emocional e comportamental. Se você precisa de ajuda para estruturar um programa de treinamentos na sua empresa para desenvolver as habilidades e comportamentos da sua equipe, a Mazzola Soluções pode te ajudar, entre em contato conosco! 

Redação por: Anna Caroline de Moraes, processo RH da Mazzola Contabilidade. Cursando Psicologia pelo Anchieta
Revisão por: Cíntia Calixto, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, pela Faculdade Anhanguera de Jundiaí e pós graduada em Gestão de Pessoas pelo SENAC.

5 Passos para motivar sua equipe

Para trabalhar a motivação de sua equipe, é preciso entender suas necessidades e desejos. Além disso, é necessário notar que cada colaborador possui suas próprias particularidades e isso pode influenciar na maneira como ele se sente motivado. Dito isso, vamos para as dicas:  

  1. Mostre qual o papel de cada um no plano estratégico da empresa 

Em uma empresa, alinhar as metas e objetivos considerando o plano traçado pela organização e as estratégias que serão utilizadas, é fundamental. Nesse sentido, é indispensável que, através dessa análise, o papel do colaborador seja pensado e inserido dentro desse planejamento de maneira clara. Ao perceber que seu trabalho é valorizado e importante para alcançar os objetivos da empresa, o funcionário tende a se sentir reconhecido, gerando uma maior motivação para a realização de suas funções.  

Para que isso aconteça, a empresa deve possuir uma comunicação interna engajada e eficaz, pois isso fortalece os laços da equipe e contribui para um ambiente motivador.  

  1. Ofereça benefícios na forma de parcerias  

É muito comum que empresas ofereçam descontos para que os funcionários desfrutem de academias, aulas de inglês, restaurantes etc. Implementar esse tipo de benefício em sua empresa é uma opção muito interessante para gerar motivação. 

Além disso, dinâmicas de integração como eventos sociais, treinamentos e encontros informais ajudam os funcionários a se conhecerem melhor, fortalecendo os laços da equipe e gerando um sentimento de pertencimento. 

  1. Defina metas claras  

O objetivo é ter uma equipe motivada para que ela atinja os resultados de maneira eficaz. Assim, estabelecer essas metas com clareza pode ajudar a mostrar aos colaboradores como eles contribuem para os resultados globais da empresa, gerando resultados ainda melhores. 

  1. Retorne sempre um feedback 

Mesmo quando negativo, um retorno é sempre benéfico para motivar a equipe. Tanto individualmente quanto em grupo, é essencial dar feedback aos seus funcionários. Por isso, elogie quando necessário e oriente-os em relação a erros e resultados abaixo do esperado.  

  1. Ouça sua equipe  

É necessário que você demonstre para o colaborador que a voz dele é valorizada e suas contribuições são significativas para tomada de decisão. Essa interação entre o gestor e o funcionário cria um ambiente de confiança, o que é essencial para uma equipe engajada.  

  • Dica extra: Aplique o Endomarketing   

O Endomarketing é um conjunto de estratégias de marketing voltada para os colaboradores de uma empresa, ou seja, o objetivo é mudar a percepção que o funcionário possui em relação a organização em que trabalha. O sucesso dessa estratégia está diretamente ligado ao relacionamento entre empresa e funcionário.  

Nesse sentido, quando o colaborador gosta da empresa em que trabalha, dissemina a mensagem da marca para sua roda pessoal, gerando um marketing externo.  

Utilizar o Endomarketing pode motivar ainda mais seu colaborador a desempenhar suas tarefas de maneira qualificada, se sentindo valorizado, engajado e satisfeito.  

Motivar seu colaborador, não só beneficiará sua equipe, como será possível alavancar seu negócio e mudar sua empresa, criando um ambiente saudável e criativo.  

Espero que essas dicas tenham sido úteis para você! 

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Redação por: Kamilly Barbosa, processo Fiscal da Mazzola Contabilidade. Cursando Técnico em Administração pela Escolas Padre Anchieta.
Revisão por: Gislâine Schimit, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Ensino médio completo.

Desenvolvimento de talentos: Como potencializar sua equipe?

No mundo corporativo, o desenvolvimento humano deixou de ser um conceito distante para se tornar uma estratégia essencial no crescimento e evolução das empresas. Pesquisas mostram que investir no desenvolvimento humano pode trazer um significativo aumento na produtividade. De acordo com o estudo da ATD (Associação para o Desenvolvimento de Talentos): Empresas que investem em programas de treinamento e desenvolvimento geralmente reportam um aumento de 24% nas margens de lucro e um aumento de 218% na receita por colaborador. Com a constante evolução do mercado de trabalho e as novas demandas de um ambiente competitivo, priorizar o investimento no desenvolvimento humano é uma necessidade de qualquer empresa que busca se destacar e garantir sustentabilidade no longo prazo. 

Desenvolvimento Humano nas Organizações Empresariais 

Trata-se do conjunto de práticas e políticas destinadas a proporcionar o desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores. Isso engloba programas de treinamento, capacitação, mentorias e ações voltadas para melhorar o bem-estar e qualidade de vida dentro do ambiente profissional. 

Quatro motivos para investir no desenvolvimento humano  

1 – Maior Produtividade 

Investir em capacitação e promover o progresso de seus colaboradores resulta em profissionais mais preparados e engajados. O profissional que é valorizado e enxerga oportunidade de crescimento e plano de carreira, tende a ser mais eficiente, aumentando de forma significativa a sua produtividade. 

2 – Menor índice de Rotatividade 

Organizações que priorizam o desenvolvimento de seus colaboradores conseguem reter talentos de maneira mais eficaz. Colaboradores satisfeitos e que enxergam um caminho claro de crescimento dentro da empresa têm menor probabilidade de buscar novas opções no mercado de trabalho. 

3 – Melhor Ambiente de De Trabalho 

Ações com o propósito de promover o desenvolvimento humano contribui para um ambiente harmonioso e colaborativo. Um bom ambiente de trabalho é essencial para a satisfação dos colaboradores e para o sucesso da equipe. 

4 – Desenvolvimento da Criatividade 

Uma equipe que é incentivada a aprender e se desenvolver tem uma maior tendência a ser mais criativa. A diversidade de ideias e a capacidade de propor soluções inovadoras são pontos competitivos e importantes em todas as áreas.

Como Implementar o desenvolvimento Humano no Ambiente Corporativo 

  • Programas de Capacitação  

Investir em cursos, workshops e treinamentos específicos para as necessidades da empresa é de suma importância. Essas ações devem ser contínuas e atualizadas conforme as tendências do mercado e inovações tecnológicas. 

  • Plano de Carreira 

Oferecer um plano de carreira claro e bem estruturado. Quando os profissionais enxergam possibilidades de crescimento dentro da organização, mantém a motivação e engajamento. 

  • Mentoria 

Proporcionar programas de mentoria ajuda de forma estratégica no desenvolvimento de habilidades de uma forma personalizada. Uma orientação mais especifica fornece o suporte necessário para o desenvolvimento e crescimento pessoal. 

  • Feedback 

Estabelecer uma cultura de feedback contínuo, onde os profissionais recebem avaliações construtivas e tenham a possibilidade de se desenvolver constantemente, é fundamental. Esse processo deve ser bidirecional, permitindo que o colaborador também possa expor suas opiniões e sugestões. 

  • Qualidade de Vida no Ambiente Corporativo 

Implantar programas voltados para a saúde física e mental dos profissionais, com horários flexíveis e um ambiente de trabalho saudável é primordial para um desenvolvimento humano integral. 

O desenvolvimento humano dentro do ambiente corporativo não é apenas uma tendência, é uma necessidade para empresas que buscam se destacar no mercado atual. Investindo nos colaboradores, as organizações não apenas aumentam sua produtividade, mas criam um ambiente de trabalho mais saudável, criativo e resiliente. Em um mundo onde o capital humano é o ativo mais valioso, proporcionar o desenvolvimento de pessoas é a chave para o sucesso de qualquer organização. 

“A atenção é a mais importante de todas as faculdades para o desenvolvimento da inteligência humana.” – (Charles Darwin)

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Redação por: Camila Novaes, processo Customer Success da Mazzola Contabilidade. Cursando graduação em Administração pela Anhanguera.
Revisão por: Alessandra Soares, processo Fiscal da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências Contábeis e Pós Graduado em Direito Tributário pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera.

Diversidade e Inclusão nas Empresas: Um Caminho para a Excelência

A diversidade e a inclusão são temas de extrema importância no ambiente corporativo contemporâneo. Diversidade refere-se à presença de diferenças em um grupo, incluindo, mas não se limitando, a raça, gênero, idade, orientação sexual, habilidades físicas, experiências de vida e origens culturais. Inclusão, por outro lado, é a prática de garantir que todas essas diferenças sejam respeitadas, valorizadas e aproveitadas, criando um ambiente onde todos se sintam acolhidos e tenham as mesmas oportunidades de crescimento e desenvolvimento. 

A diversidade e a inclusão (D&I) são princípios fundamentais para a construção de um ambiente corporativo acolhedor, garantindo que todos os funcionários se sintam valorizados e respeitados. Juntos, esses conceitos formam a base para um local de trabalho mais justo, produtivo e criativo.  
 

Importância da Diversidade e Inclusão 

  1. Inovação e Criatividade: Empresas que promovem a diversidade tendem a ser mais inovadoras e criativas. A combinação de diferentes perspectivas e experiências permite a geração de ideias mais variadas e soluções mais eficazes para os problemas. 
  1. Melhoria da Reputação: Organizações que demonstram um compromisso genuíno com a diversidade e inclusão são vistas de forma mais positiva pelo público, o que pode melhorar a reputação da empresa e atrair talentos diversos. 
  1. Engajamento e Retenção de Talentos: Ambientes inclusivos promovem o bem-estar dos funcionários, aumentando seu engajamento e reduzindo a rotatividade. Funcionários que se sentem valorizados e respeitados estão mais propensos a serem leais e produtivos. 

Estratégias para Promover Diversidade e Inclusão 

  1. Políticas e Práticas Inclusivas: Desenvolver políticas claras que promovam a igualdade de oportunidades e combatam a discriminação. Implementar práticas de recrutamento que garantam uma seleção justa e baseada no mérito. 
  1. Educação e Treinamento: Oferecer programas de treinamento contínuo sobre diversidade e inclusão para todos os funcionários. Isso ajuda a aumentar a conscientização e a compreensão sobre a importância desses temas. 
  1. Criação de Grupos de Afinidade: Estabelecer grupos de afinidade ou redes de apoio para funcionários de diferentes origens e identidades pode proporcionar um senso de comunidade e apoio, além de promover a inclusão. 
  1. Avaliação e Ajustes Contínuos: Realizar avaliações regulares das políticas e práticas de diversidade e inclusão. Coletar feedback dos funcionários e estar disposto a fazer ajustes para melhorar continuamente. 

     A diversidade e a inclusão são mais do que apenas uma tendência, são componentes essenciais para o sucesso a longo prazo das empresas. Ao criar um ambiente onde todas as pessoas são valorizadas e têm a oportunidade de contribuir, as empresas podem não apenas melhorar seu desempenho, mas também construir uma sociedade mais justa. 

     Ao investir em diversidade e inclusão não só promove um ambiente de trabalho mais saudável e harmonioso, mas também prepara as organizações para enfrentar os desafios do futuro com resiliência, refletindo um compromisso com a humanidade, promovendo um mundo corporativo mais inclusivo, respeitoso e bem-sucedido. 

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Redação por: Anna Caroline de Moraes, processo RH da Mazzola Contabilidade. Cursando Psicologia pelo Anchieta
Revisão por: Maysa Silva, processo Contábil da Mazzola Contabilidade. Técnico em Administração, pela Instituição Grau Técnico Jundiaí


A influência da tecnologia na saúde mental

Nos últimos anos, a tecnologia vem transformando radicalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Nossos dispositivos eletrônicos, como smartphones, computadores e tablets, se tornaram uma extensão de nós mesmos, fornecendo acesso instantâneo a informações, entretenimento e conexão com o mundo. No entanto, à medida que mergulhamos cada vez mais no mundo digital, surge uma questão crucial: qual é o impacto dessa revolução tecnológica em nossa saúde mental?

O uso excessivo de tecnologia está se tornando uma preocupação crescente para muitos especialistas em saúde mental. A dependência de dispositivos eletrônicos pode levar ao isolamento social, distúrbios do sono, ansiedade e até mesmo depressão. O constante bombardeio de informações, notificações e pressões sociais online pode sobrecarregar nossa mente e prejudicar nosso bem-estar emocional.

As redes sociais, por exemplo, oferecem um mundo aparentemente interminável de conexões virtuais. No entanto, muitas vezes, elas podem nos deixar com sentimentos de inadequação, inveja e ansiedade, já que comparamos nossa vida com os destaques cuidadosamente selecionados de outras pessoas. O medo de perder algo importante nas redes sociais nos mantêm conectados constantemente, levando a uma espiral de dependência e estresse.

Além disso, o uso excessivo de dispositivos eletrônicos pode prejudicar nossos relacionamentos pessoais. Muitas vezes, as pessoas se perdem em seus telefones durante encontros ou momentos em família, comprometendo a conexão humana real. Isso pode levar a sentimentos de solidão e desconexão, afetando negativamente nossa saúde mental.

Para equilibrar o uso de tecnologia com nosso bem-estar emocional, é importante adotar algumas estratégias saudáveis:

1 – Estabeleça limites: defina horários específicos para usar dispositivos eletrônicos e crie espaços livres de tecnologia em sua casa;

2- Pratique a desconexão digital: tire um tempo para se desconectar completamente, seja através da meditação, exercícios físicos ou atividades ao ar livre;

3- Seja seletivo nas redes sociais: analise suas interações online e considere seguir apenas aquelas que trazem inspiração e positividade;

4- Priorize relacionamentos pessoais: reserve tempo para estar com amigos e familiares sem a interferência de dispositivos eletrônicos;

5- Crie uma rotina de sono saudável: evite o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir para melhorar a qualidade do sono e o bem-estar mental;

6- Procure ajuda profissional, se necessário: caso sinta que o uso excessivo de tecnologia está afetando significativamente sua saúde mental, procure aconselhamento ou terapia para obter auxílio.

Enfim, a tecnologia é uma ferramenta poderosa que pode enriquecer nossas vidas em muitos aspectos. No entanto, é fundamental equilibrar o seu uso com o bem-estar emocional. Ao adotar práticas saudáveis e conscientes em relação à tecnologia, podemos usufruir de seus benefícios sem comprometer nossa saúde mental. A busca por uma relação equilibrada com a tecnologia é essencial para cultivar uma vida plena, saudável e emocionalmente satisfatória.

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Redação por: Érika Amorim, processo Fiscal da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências
Contábeis pela UNIP de Jundiaí
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo

Setembro Amarelo: “Se precisar, peça ajuda!”

Setembro Amarelo é o mês dedicado à prevenção ao suicídio, e nesse ano de 2023 o tema é “Se precisar, peça ajuda!”.

Inspirado no caso Emme, o “Setembro Amarelo” foi adotado em 2015 no Brasil pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

É de extrema importância falar sobre suicídio, pois ainda há falta de conhecimento em relação à depressão e às doenças que afetam a saúde mental como um todo, sendo considerado um “tabu” na maioria dos casos e são os motivos aos quais levam pessoas à tirar as suas próprias vidas. Vale ressaltar que grande parte das pessoas que se sentem deprimidas, ou com idealizações suicidas, têm receio ou medo de compartilhar suas angústias pelo preconceito que ainda existe com relação a isso.

Por isso, quanto mais se fala sobre saúde mental e alerta seus riscos, mais pessoas terão o apoio que necessitam e consequentemente, indicações adequadas de tratamento.

Setembro Amarelo

O mês de Setembro se tornou um mês de prevenção ao suicídio, e anualmente ações são voltadas ao tema como sinal de alerta à pessoas que vivem próximas de alguém que possa estar sofrendo com depressão, sendo uma das principais causas de suicídio atualmente. Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano, atingindo principalmente pessoas com idade entre 15 e 29 anos.

Atualmente há redes de apoio e intervenção em rede pública, como o SUS, ou no CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), onde a pessoa recebe atendimento multiprofissional e cuidado terapêutico de acordo com o tratamento indicado para o quadro.

Existe também o Centro de Valorização da Vida (CVV), que é um dos principais apoiadores do Setembro Amarelo. Através do site (https://www.cvv.org.br/), é disponibilizado acolhimento para qualquer pessoa que esteja passando por alguma situação de risco e que precise de apoio, seja por atendimento presencial, e-mail, chat ou ligação para o número 188, com atendimento 24 horas por dia.

A luta contra a depressão

Os sintomas da depressão começam de maneira silenciosa, e precisam de atenção quando relativamente afetam o dia a dia da pessoa, como vida pessoal, profissional, interações sociais etc. 

Entre os principais sintomas estão:

  • Alterações no sono ou insônia;
  • Irritabilidade;
  • Desânimo;
  • Perda de vontade em fazer atividades simples ou que são comuns do dia a dia;
  • Sentimento de medo;
  • Desesperança;
  • Apatia.

Esses são alguns dos sintomas que podem surgir com a depressão, e agravados se não há tratamento adequado. Lembrando que o tratamento só é possível com profissionais como psicólogos e psiquiatras, que farão a indicação de medicamentos e terapia contínua até que o quadro do paciente seja reestabelecido e sem risco de vida.

Lembre-se que a dor do outro não é frescura, ela precisa ser ouvida e o acolhimento é essencial quando há sinais da sua existência. Oriente a pessoa a buscar ajuda profissional e para os que precisam de apoio, não hesite em procurar ajuda ou conversar com alguém em que confie sobre o assunto! Você não está sozinho.

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Redação por: Anna Caroline de Moraes, processo RH da Mazzola Contabilidade. Cursando Psicologia pelo Anchieta.
Revisão por: Cíntia Calixto, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, pela Faculdade Anhanguera de Jundiaí.

Gestão de pessoas por competência: Como maximizar o desempenho dos colaboradores?

Gestão de pessoas é um conjunto de práticas e processos utilizado pelas empresas para gerir o capital humano, ou seja, as pessoas que trabalham na organização. Essa área é responsável por atrair, selecionar, desenvolver, motivar e reter os colaboradores da empresa, buscando sempre alinhar os objetivos individuais dos funcionários com os objetivos estratégicos da organização.

A gestão de pessoas envolve diversas atividades, como planejamento de recursos humanos, gestão de desempenho, remuneração, benefícios, treinamento, desenvolvimento, comunicação interna, gestão de conflitos, entre outras. Isso é essencial para garantir um ambiente de trabalho saudável e produtivo, promovendo a cultura organizacional e mantendo a empresa competitiva no mercado. É uma área que requer habilidades e competências de liderança, comunicação, empatia, capacidade de adaptação e resolução de problemas.

A gestão de pessoas por competência é uma abordagem que se concentra nas habilidades e conhecimentos necessários para realizar uma determinada função ou tarefa na empresa. Em vez de simplesmente contratar com base em experiência ou qualificações formais, a gestão por competência avalia as habilidades e conhecimentos que os funcionários já possuem, bem como suas necessidades de desenvolvimento, a fim de garantir que eles possam desempenhar suas funções de forma eficiente e eficaz.

Para implementar a gestão de pessoas por competência em sua empresa, é preciso seguir alguns passos importantes:

1.         Identifique as competências necessárias para cada função na empresa;

2.         Avalie os funcionários com base nessas competências;

3.         Crie um plano de desenvolvimento para cada funcionário, com base em suas necessidades individuais;

4.         Proporcione treinamento e capacitação para que os funcionários possam adquirir as competências necessárias;

5.         Monitore regularmente o desempenho dos funcionários e forneça feedback para ajudá-los a melhorar.

A gestão de pessoas pode ajudar a empresa a desenvolver uma cultura organizacional forte e alinhada aos seus objetivos estratégicos, o que pode contribuir para a sua identidade e imagem de marca, bem como para a satisfação dos funcionários e clientes. Assim, a gestão de pessoas é uma estratégia de negócio que pode impactar diretamente no sucesso e sustentabilidade da empresa a longo prazo, tanto em termos financeiros quanto em imagem e reputação.

Dessa forma, a gestão de pessoas por competência pode ser uma estratégia de negócio eficaz para maximizar o desempenho e a eficiência da organização, garantindo que seus colaboradores apresentem as habilidades necessárias para desempenhar suas funções de forma satisfatória e contribuir para o sucesso da empresa.

Espero que as dicas acima tenham lhe ajudado. Gostou deste conteúdo? Compartilhe com outras pessoas! Deixe seu comentário aqui embaixo. Sua opinião é muito importante para nós!

Redação por: Érika Amorim, processo Fiscal da Mazzola Contabilidade. Graduação em Ciências
Contábeis pela UNIP de Jundiaí
Revisão por: Pedro Paulo Gomes Ribeiro, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Bacharel em Linguística, com especialização em Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo

5 dicas para aplicar a comunicação assertiva em sua empresa

Uma boa comunicação é fundamental para o sucesso das relações interpessoais e dentro das empresas seus impactos são ainda maiores. A comunicação assertiva não se restringe somente em falar bem e usar as palavras certas, mas engloba uma série da aspectos os quais o líder e gestor devem dominar para que as relações com os colaboradores e clientes sejam harmônicas.

Uma organização que domina e prioriza a boa comunicação possui êxito em seus negócios, sucesso com os clientes, harmonia entre os colaboradores e trabalho realizado da maneira esperada, evitando conflitos. Em contrapartida uma informação passada de maneira incompleta, o uso de palavras erradas e em um tom de voz agressivo, criam um ambiente corporativo desagradável, além de causar prejuízos na imagem da empresa para com os clientes, impactando financeiramente.

Portanto, para que você possa iniciar a implementação de uma boa comunicação em sua empresa e possuir sucesso internamente e externamente, separamos 5 dicas para serem aplicadas. Confira abaixo:

1 – Estar atento à linguagem corporal

Segundo uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia, 55% da nossa comunicação provém da linguagem corporal, portanto quando tratamos de comunicação assertiva devemos também estar atentos aos nossos gestos e ações para que esses estejam de acordo com a mensagem que queremos passar. De maneira prática há alguns aspectos principais que merecem atenção especial, sendo eles:

– Tom de voz: O tom de voz é parte integrante da fala e a mudança dele altera também a percepção daquilo que está sendo dito. Portanto, é de fundamental importância que durante a comunicação nos certifiquemos de que o modo com o que estamos falando é adequado para a situação.

– Olhar: Os olhos revelam muitas vezes aquilo que estamos sentindo. Olhar nos olhos do ouvinte faz com que o mesmo compreenda melhor aquilo que queremos transmitir, da mesma maneira conseguimos analisar como o outro está recebendo aquilo que está sendo dito.

– Gestos: A maneira como nos movimentamos também transmite uma mensagem. Gestos calmos e tranquilos tornam o ambiente mais harmônico e as conversas mais tranquilas. Da mesma maneira, gestos mais rudes trazem mais agressividade e podem gerar conflitos. Nesse sentido é prudente que em conversas difíceis nos atentemos em tais aspectos para que tudo se resolva com maior tranquilidade.

2 – Adaptar a forma de se expressar de acordo com o ambiente e o ouvinte

A forma como o receptor recebe e absorve a mensagem tem influência do ambiente, de seus sentimentos e da conjuntura atual, portanto para que a mensagem seja bem compreendida é necessário assegurar-se de que ela será transmitida no momento ideal e da maneira correta.

Cada um de nós possui uma vivência, uma percepção de mundo, sentimentos e emoções diferentes, então para que tenhamos uma comunicação assertiva devemos adaptar a forma como será falado à quem irá ouvir a mensagem, afinal é responsabilidade do emissor assegurar que o receptor entenderá aquilo que está sendo dito.

3 – Desenvolver a oratória

Outro aspecto importante quando nos comunicamos são as palavras utilizadas e o modo com a qual as mesmas são estruturadas, sendo de fundamental importância desenvolver a oratória para que se use as palavras corretas e para que se passe mais credibilidade. A leitura de bons livros, a escuta de pessoas com boa oratória, pensar e estruturar a frase antes de falar, são aspectos importantes e que auxiliam nessa jornada.

4- Saber ouvir

Aquele que sabe falar é antes de tudo aquele que sabe ouvir. Ter uma escuta atenta às necessidades dos demais permite com que a comunicação seja destinada ao outro com as suas singularidades.  É necessário que conforme estamos nos comunicando demos pausas para escutar o outro, assegurando-nos de que ele está compreendendo aquilo que está sendo dito.

5-Tenha paciência e seja compreensivo

Quando se trata de comunicação assertiva é necessário entender que o aspecto base para que ela seja eficaz é se colocar no lugar daquele que escuta, tendo paciência diante das dificuldades e estando disposto a ensinar e aprender.  Antes de tudo lembre-se que por trás da outra pessoa há histórias, sentimentos, dificuldades… Há alguém único e com necessidades também únicas, as quais não devem ser ignoradas.

Por fim, vale ressaltar que comunicação assertiva é aquela que o receptor entende de maneira integral a mensagem que receptor quer passar e para isso é necessário nos atentarmos em diversos aspectos que englobam a linguagem verbal e não verbal, aplicando esses recursos.

Espero que as dicas o ajudem a implementar a comunicação assertiva em sua empresa! Aguardo você no próximo texto.

Redação por: Gabriela Martins, processo Administrativo da Mazzola Contabilidade. Cursando graduação em Ciências Contábeis pela Unianchieta de Jundiaí
Revisão por: Cíntia Calixto, processo Administração de Pessoal da Mazzola Contabilidade. Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos, pela Faculdade Anhanguera de Jundiaí